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Dicas e Artigos

Informação de qualidade para você cuidar melhor do seu pet.

23 Jun 2010

Probióticos e suas Ações

Probióticos e suas Ações     Por Marco Antonio Spinardi Jubran*     PROBIÓTICOS   Definição:   São chamados de probióticos, os microorganismos (bactérias) que por sua ação no organismo, produzem benefícios ao animal com atuação no sistema digestivo, mais precisamente no intestino, proporcionado maior eficiência digestiva com melhor aproveitamento do alimento ingerido, e combatendo infecções causadas por bactérias gram negativas também presentes na flora intestinal.   Mecanismo de ação:   Ação Biológica x Saúde Humana:   São chamados de PROMOTORES BIOLÓGICOS por beneficiarem o animal, com aumento de produtividade, e agir de forma natural. Desta forma, produzimos alimento de origem animal saudável ao consumo humano, ao contrário dos antibióticos utilizados como promotores de crescimento, que deixam resíduos no produto final e quando ingeridos pelo homem, provocam danos à sua saúde, como o aparecimento de resistência cruzada pelas de bactérias patógenas causadoras de enfermidades. A Comunidade Européia já adotou como medida que a partir de 2006, a coibição do uso de antibióticos como promotores de crescimento, sendo permitido somente o uso de PROMOTORES BIOLÓGICOS.   Maior produtividade: Estes microrganismos colonizam e regulam a microbiota do intestino, aumentam a atividade enzimática e consequentemente a digestibilidade dos alimentos, inclusive das fibras e aderem à parede intestinal melhorando a absorção dos nutrientes e desta forma promovendo melhora da conversão alimentar, ganho de peso, crescimento e produção leiteira.   Prevenção de doenças: Exclusão competitiva - as bactérias probióticas metabolizam substratos como açúcares, proteínas, vitaminas e aminoácidos, de forma rápida e eficaz, tornando estes nutrientes indisponíveis às bactérias patógenas presentes na flora intestinal, inibindo o crescimento e multiplicação destes agentes causadores de doenças como diarréias, mastites, metrites (inflamação do útero) e outras.   Potencializador do sistema imunológico: Os probióticos aumentam a produção de anticorpos e a atividade fagocitária contra agentes patógenos e também aderem na parede intestinal e impedem a passagem de bactérias prejudiciais oportunistas do interior do intestino para a corrente sanguínea.   Recomposição da microbiota intestinal: Em casos onde já ocorreu uma perda da flora microbiana causada por enterites (diarréias). Previne efeitos indesejáveis do estresse: Quando os animais são submetidos a fatores estressantes como transporte, superpopulação, vacinações, mudanças de temperatura, desmame, exposições, competições, entre outros, isto desencadeia um desequilíbrio da flora microbiana intestinal, diminuindo o mecanismo de defesa do animal, e deixando-o susceptível a infecções causadas por bactérias oportunistas presentes no intestino, comprometendo seu crescimento, ganho de peso, produtividade e eficiência reprodutiva.   Melhor Condição Ambiental: Os microorganismos têm a capacidade de transformar a amônia em nitrato, melhorando a consistência das fezes e reduzindo o mau cheiro, fazendo com que diminua a infestação de moscas no local.   Atividade antitóxica: Reduz a formação e absorção de toxinas em casos de intoxicações causadas por ingestões de alimentos deteriorados ou plantas tóxicas, despendendo a energia que seria gasta para desintoxicar com a formação de músculo, gordura, leite, etc...   Melhor rendimento de carcaça: Com a utilização de probióticos, os animais apresentam um aumento da massa muscular e diminuição de gorduras viscerais, que aderem aos órgãos internos como fígado, vesícula biliar, pâncreas, entre outros, melhorando o funcionamento dos mesmos, e proporcionando melhor rendimento de carcaça.   PREBIÓTICOS   Definição:   São ingredientes nutricionais utilizados pelos probióticos para estimular sua atividade de crescimento, proporcionando uma condição favorável à colonização do intestino por estas bactérias benéficas, sendo seu mecanismo de ação, servir basicamente de “alimento” para os probióticos, potencializando e garantindo sua ação biológica.   Os produtos que são formulados com probióticos e prebióticos são chamados SIMBIÓTICOS.         * Marco Antonio Spinardi Jubran é médico veterinário, diretor técnico e proprietário da empresa Biosan Biotecnologia em Saúde Animal.   Fonte: Departamento Técnico Biosan Biotecnologia em Saúde Animal – 10/05/2010
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12 Nov 2009

Por que os cães precisam de adestramento?

  O treinamento de obediência é uma das melhores coisas que você pode fazer para seus cães e para você mesmo. Treinamento de obediência; não resolve todos os problemas do comportamento, mas é a base para resolver todos os problemas. Treinar abre uma linha de comunicação entre você e seu cão. Uma comunicação eficaz é necessária para que seu cão entenda o que você quer que ele faça e como se comporte. Você pode ensiná-lo qualquer coisa como “fica” (e não entrar pela porta da cozinha à dentro, ou pela porta à fora) ou “senta”’ (para não pular nas visitas) e “Não” (para que ele não coma a sua mobília). Os cães são animais sociais e sem treinamento apropriado, comportar-se-ão como animais “anti-sociais”. Sujarão sua casa, destruirá seus pertences, latirá excessivamente, cavará o jardim, brigará com outros cães e poderá morder até você mesmo. Quase todos os problemas do comportamento são as atividades caninas perfeitamente normais que ocorrem no momento ou lugar inoportuno ou dirigidos para a coisa errada. O treinamento da obediência é uma forma fácil de estabelecer a hierarquia social da sua matilha (família). Quando seu cão obedece a um simples pedido de ‘VEM" ou  "AQUI”, “SENta”, você estará mostrando a conformidade e o respeito devido a você. Você PODE ensinar a seu cão seu papel subordinado ensinando-o a mostrar submissão pedindo para dar a pata, por exemplo. Isto determina quem é o líder e quem é o subordinado no entendimento canino. A maioria de cães amam executar estes truques (comandos da obediência) para você, e o mais importante, ele o reconhecerá como o  líder e responsável por ele e pela matilha, o deixando mais seguro e feliz. Melhore o comportamento do seu cão. Ensine você mesmo o seu Cão ou filhote. Ligue: [telefone oculto] – Sylvia OU mande um email:[e-mail oculto]
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27 Oct 2009

VOCÊ SABIA QUE...

-  Mais de um bilhão de pessoas no mundo vive com menos de um dólar por dia; - Cada dia, morrem, por causa da fome, 24 mil pessoas. 10% das crianças, em países em desenvolvimento, morrem antes de completar cinco anos... - um terço da população é mal alimentado e outro terço está faminto. - Que a cada dia 275 mil pessoas começam a passar fome ao redor do mundo. O Brasil é o 9º pais com o maior número de pessoas com fome... - Atualmente, cerca de 1,2 bilhão de pessoas se encontra no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões. Você Sabia? - Mais de um bilhão de crianças, a metade dos menores do mundo, é castigado pela pobreza, as guerras e a Aids; - Todos os dias, o HIV/AIDS mata 6.000 pessoas e infecta outras 8.200 . - Todos os anos, seis milhões de crianças morrem de má nutrição antes de completar cinco anos. - Cerca de 90 mil crianças e adolescentes são órfãos  no Brasil, à espera de uma adoção. - a escassez de água já atinge 2 bilhões de pessoas. Esse número pode dobrar em 20 anos... Você Sabia? - Cerca de 100 milhões de pessoas estão sem teto; - No Brasil, são 33,9 milhões de pessoas sem casa. Só nas áreas urbanas, são 24 milhões que não possuem habitação adequada ou não têm onde morar. - Que vinte e cinco milhões de pessoas são dependentes de drogas no mundo; - Que os indígenas continuam a ser vítimas de assassinatos, violência, discriminação, expulsões forçadas e outras violações de direitos humanos. Você Sabia? - Mais de 2,6 bilhões de pessoas não têm saneamento básico e mais de um bilhão continua a usar fontes de água imprópria para o consumo. - Cinco milhões de pessoas, na sua maioria crianças, morrem todos os anos de doenças relacionadas à qualidade da água. - No mundo inteiro, 114 milhões de crianças não recebem instrução sequer ao nível básico e 584 milhões de mulheres são analfabetas. Você Sabia? - O Brasil é campeão mundial de desmatamento. Em segundo lugar está a Indonésia: 18,7 km2 por ano e, em terceiro, segue o Sudão, com 5,9 km2. - O país perdeu um campo de futebol a cada dez minutos na Amazônia, nos últimos 20 anos. - Que  é gasto 40 vezes mais dinheiro com cosméticos do que com doações... - é gasto 10 vezes mais dinheiro com armas do que com educação básica; ..Agora você já sabe. E vai ficar aí parado?  Tome uma atitude. Milhões de Pessoas em Pobreza Extrema Precisam da sua Ajuda! Seja Voluntário você Também!  Planeta Voluntários www.planetavoluntarios.com.br Porque ajudar faz bem!  
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18 Oct 2009

Adotar ou Comprar: Qual a melhor opção?

       Você deve estar achando estranho um Criador indicar a adoção de animais.        Todavia, quem gosta, realmente, de animais, tem a obrigação MORAL de ajudar aos bichos que foram abandonados por seus donos e, hoje, lotam os lares que acolhem estes inocentes em todo o Brasil.         Face ao exposto, leia:          "Eu quero um de raça"         Entendo  que  você  deseje  um  animal  de  raça, com pedigree e todo o glamour que a raça pretendida possa oferecer.            Mas, já avaliou o custo de posse de um exemplar da raça desejada?            O Shih Tzu,  por exemplo,  requer  cuidados  especiais  que possuem valor elevado. Podemos elencar alguns: 1) Ração: Uma  ração  Super Premium  custa,  em média, R$25,00 o Kilo. Um exemplar, quando adulto, consome, aproximadamente, 2,5 Kg por mês.  2) Pelagem: Se  não  possuir tempo  e conhecimento  para banhar,  em casa,  seu Shih tzu,  terá uma despesa quinzenal de R$30,00, dependendo do Pet Shop, bem como o serviço  do serviço a ser executado;  3) Vacina:  O valor  de uma  vacina de boa qualidade custa, em média, R$40,00 cada. Lembre-se que são, ao menos, duas ao ano;  4) Médico Veterinário:  Geralmente,  um  animal  deve  ser  levado para uma avaliação a cada 6meses. Só a consulta custa R$40,00. Não esqueça que o Profissional poderá recomendar algum tratamento;  5) Vermífugo: Seu   animal   deve   ser   vermifugado   a   cada   3  ou  6  meses,  dependendo  de determinados fatores. Um bom Vermífugo custa R$20,00. Não é recomendável, depois de aberto, guardar o resto por mais de 3 meses; 6) Gastos  extras: Doenças  ocorrem,   mesmo  tomando-s e todos  os  cuidados.   Assim,  esteja preparado para custear um tratamento.   Para você refletir!! 2 meses: Hoje  separaram-me  da minha mãe. Ela estava muito irrequieta e, com seu olhar, disse-me adeus.  Espero  que  a  minha  nova  "família humana" cuide  tão  bem de mim como ela o fez. 4 meses: Cresci  rápido,  tudo  me  chama  a  atenção. Há  várias  crianças  na  casa  e  para  mim são como   irmãozinhos ".  Somos muito brincalhões,  eles  puxam-me o rabo e eu  mordo-os na brincadeira. 5 meses: Hoje  deram-me  uma  bronca. A  minha dona ficou incomodada porque fiz xixi dentro de casa. Mas  nunca  me  haviam  ensinado  onde  deveria  fazê-lo.  Além  do que,  durmo  no  hall de entrada. Não deu para segurar.  8 meses: Sou  um  cão feliz!  Tenho  o  calor  de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que  a  minha  família  humana  me  ama e me dá muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes,  excedo-me,  cavando  na  terra  como  meus  antepassados,  os  lobos  quando  escondiam a comida.Nunca me educam... Deve ser correto tudo o que faço.  12 meses: Hoje  completo  um ano.  Sou um  cão adulto. Os  meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim. 13 meses: Hoje  acorrentaram-me  e fico  quase  sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou  quando  quero  alguma  sombra. Dizem  que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está a acontecer.  15 meses: Já  nada  é igual... moro  na  varanda.  Sinto-me  muito só.  A  Minha família já não me quer!  Às  vezes  esquecem-se que  tenho fome  e  sede.  Quando  chove,  não  tenho  teto  que abrigue. 16 meses: Hoje tiraram-me da varanda. Estou certo de que a minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente  que  pulava com gosto. O meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear!! Dirigimo-nos para a estrada e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que  passaríamos  o  nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, esperem!" Ladrei...... esqueceram-se de mim....... Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. A  minha  angústia  crescia  ao  perceber  que  quase  perdia  o fôlego e eles não paravam. Haviam-me esquecido!  17 meses: Procurei  em  vão achar o caminho de volta ao lar. Estou só e sinto-me perdido! No meu caminho  existem  pessoas  de  bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu  agradeço-lhes  com  o  meu  olhar,  desde   o  fundo  da   minha   alma. Eu   gostaria  que   me adotassem: seria leal como ninguém! Mas apenas dizem: " pobre cãozinho, deve ter-se perdido".  18 meses: Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus " irmãozinhos " aproximei-me  e  um  grupo-me deles, rindo, atirou-me uma chuva de pedras "para ver  quem  tinha  melhor  pontaria". Uma  dessas  pedras, feriu-me o olho e desde então, não vejo com ele. 19 meses: Parece mentira. Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu  aspecto  mudou.  Perdi  o  meu  olho  e  as  pessoas  mostram-me  a  vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra. 20 meses: Quase  não  posso  mexer-me!  Hoje,  ao  tentar  atravessar  a  rua  por onde passam os carros, um acertou-me! Eu  estava  no lugar  seguro chamado  "calçada "  mas nunca esquecerei o olhar  de  satisfação  do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Oxalá me tivesse matado! Mas  só  me  deslocou as  patas  traseiras!  A  dor  é terrível! As  minhas  patas  traseiras  não  me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho.      Fazem dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer.  Já  não  posso mexer-me!   A  dor  é  insuportável!  Sinto-me  muito mal, fiquei num lugar húmido e parece que até o meu pêlo está  a  cair... Algumas  pessoas  passam  e  nem  me  vêem;  outras  dizem:  "não te chegues perto".  Já  estou  quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua  voz  fez-me reagir.  "Pobre cãozinho,  olha  como te deixaram ", dizia... com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer". A gentil senhora, com as lágrimas rolando pelo rosto concordou.       Como  pude,  mexi  o  rabo  e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti  a picada  da  injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...  
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21 Feb 2009

Cães com pulgas

Não há dúvidas: pulgas podem ser o tormento da vida de um cão e seu dono. Essas criaturinhas possuem seis pernas diminutas e não têm asas, mas ainda assim podem alcançar cães altos em um único salto. Os cientistas já identificaram quase 2 mil espécies de pulgas, mas ironicamente, é a Ctenocephalides felis - a pulga de gato - que mais aflige os cães. Cães com pulgas são um grande problema. As pulgas são sugadoras de sangue e onde você achar uma, pode ter certeza de que achará muito mais. Alguns cães são muito sensíveis à saliva de pulgas: uma única picada pode ser o suficiente para iniciar uma insuportável coceira causada por dermatite alérgica a pulgas (FAD). Em casos severos, a coceira e os arranhões fazem com que a pele do cão se espesse e perca pêlos. A pele nua é ainda mais vulnerável a infecções bacterianas. Felizmente, há uma grande variedade de produtos aprovados e fáceis de se achar para matar ou repelir pulgas. Boratos fazem com que pulgas adultas, ovos e larvas percam umidade e se ressequem. Reguladores de crescimento de insetos impedem que pulgas imaturas se tornem adultas e se reproduzam. Há também As novas armas na guerra contra as pulgas incluem o Lufenuron, o ingrediente ativo da pílula de controle de pulgas desenvolvido recentemente que interfere na capacidade de chocar do ovo. Diversos produtos, incluindo Frontline, K9 Advantix, Advantage e Revolution, matam pulgas adultas por contato e têm efeito duradouro. Entre em contato com seu veterinário para obter mais informações sobre esses produtos. Não importa o produto de controle de pulgas que você escolher, sempre leia e siga as instruções de maneira precisa. Todos os produtos contra pulga (natural ou sintético) são venenos e, se usados de maneira incorreta, podem ser perigosos. O que fazer Mesmo com os novos e seguros produtos de controle de pulgas de efeito duradouro, você ainda precisa seguir estritamente algumas regras básicas para acabar com elas. Cuidados em casa - é realmente necessário tratar todos os gatos e cães de sua casa e seguir rigorosamente o tratamento, o acompanhamento e um futuro tratamento preventivo. Polvilhe pó à base de borato nos carpetes e pulverize o quintal também. O ideal é que, no exterior da casa, você use um produto de controle de pulgas que tenha efeito duradouro e que contenha reguladores de crescimento. Áreas úmidas e sombrias são os locais preferidos pelas pulgas para se reproduzir e habitar, de forma que é bom retirar todas as folhas, pedaços de madeira e lixo sob as árvores, arbustos e plantas. Se não for possível borrifar o produto em todo o quintal, então se concentre nas áreas que seus cães freqüentam: ao redor do canil, ao longo da cerca, sob a varanda e assim por diante. Empresas profissionais de controle de pestes podem fazer esse serviço para você. Mas antes de fechar o contrato, obtenha informações por escrito dos compostos e do método de aplicação que as empresas usam. Leve a lista até seu veterinário. Leve seu cão para um banho de imersão - na realidade, a melhor coisa a se fazer com um cão que tenha pulgas, enquanto a casa está sendo desinsetizada, é levá-lo até o veterinário para um banho de imersão com medicamentos ou algum outro tratamento contra pulgas. Essa também é uma boa idéia para um programa efetivo de controle de pulgas. O seu veterinário pode dar ao seu cão Lufenuron para, que é ministrado mensalmente, como uma pílula. Em áreas mais quentes, os cães recebem pílulas de Lufenuron para o ano todo. Em áreas mais frias, em que o inverno é suficiente para matar as pulgas, as pílulas somente são ministradas do início da primavera até quase o final do outono. No entanto, converse com seu veterinário sobre as opções. Pode ser que algum tratamento tópico funcione melhor para o seu cão. Os tratamentos tópicos afetam as pulgas nos locais onde elas vivem: na parte externa do corpo dos cães. Trate os pontos de concentração - cães com dermatite alérgica causada por pulgas, freqüentemente desenvolvem pontos de concentração (áreas da pele úmidas e infestadas). Para reduzir os pontos de concentração, misture uma parte de óleo de melaleuca (óleo de árvore de chá) e uma parte de água. Coloque a solução em um borrifador e use sempre que seu cão estiver se coçando. Quando ir ao veterinário Baba intensa e tremedeira são os sinais mais prováveis de envenenamento químico. Se você perceber esses sintomas em seu cão (durante um programa de controle de pulgas ou não) leve-o imediatamente ao veterinário. Sem tratamento, o envenenamento químico pode levar a convulsões, colapso e até mesmo à morte. Na próxima seção, vamos falar sobre remédios caseiros contra rabo-de-raposa.   Formas naturais para livrar seu cão das pulgas Se você se sentir inseguro em usar produtos químicos em seu cão ou em sua casa, existem tratamentos naturais contra pulgas, feitos à base de plantas, vitaminas ou ervas. A adição de alho ou levedura de cerveja à comida de cães é tida como eficaz para impedir que as pulgas infestem animais. Como ambos são produtos alimentícios comuns e não causam problemas para cães, na realidade não há nada a perder fazendo uma experiência. Colares de ervas e pós contra pulgas também são populares e facilmente encontrados. Eucalipto, erva-doce, alecrim, arruda, losna e língua de vaca parecem funcionar como repelentes de pulgas. Para preparar seu próprio pó de ervas contra pulgas, combine quantidades iguais dessas ervas e misture-as bem. Polvilhe uma pequena quantidade desse pó nos pêlos de seu cão e faça uma massagem, assegurando que se espalhe até a pele. Você também pode usar uma gota ou duas de óleo de essência de eucalipto e alecrim em uma compressa ou coleira coberta com tecido. Porém, da mesma forma que em qualquer coleira contra pulgas, examine o animal à procura de sinais de perda de pêlos ou irritação da pele em volta do pescoço e tome cuidado para que o cão não mastigue a coleira. Você também pode comprar coleiras antipulgas já prontas em lojas de animais de estimação ou lojas de alimentos naturais. Extraido de : http://casa.hsw.uol.com.br/remedios-caseiros-para-caes2.htm  
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21 Feb 2009

Remédios caseiros para cães

por Consultant Dr. William Fortney - traduzido por HowStuffWorks Brasil Cães com sarna A sarna é causada por uma infestação de ácaros de sarna. Seu nome latino, Demodex canis, deu origem a outros nomes formais para essa afecção: demodécia. A maioria dos cães saudáveis sempre carrega uma pequena população de Demodex mites. A demodécia pode ser localizada, o que significa que se estabeleceu somente em uma área do corpo do cão ou pode ser generalizada, espalhando-se por todo o corpo. A demodécia localizada é mais comum e freqüentemente melhora de maneira espontânea. Por outro lado, a demodécia generalizada, que felizmente é muito rara, exige que o cão tome banhos de imersão uma ou duas vezes por semana, entre seis e oito semanas. Normalmente, o cão precisa ser depilado para que o banho seja mais eficiente. Acredita-se que a demodécia seja, ao menos em parte, genética e cães que possuam essa característica devem ser esterilizados, de modo que não passem a característica adiante. As raças que tendem a ser mais afetadas pela demodécia são a Afghan, Pit Bull Terrier, Staffordshire Terrier Americana, Terrier de Boston, Boxer, Buldogue, Chihuahua, Shar-Pei, Collie, Dálmata, Doberman, Pastor Alemão, Dinamarquês, Pastor Inglês e Buldogue miniatura (pug). Outro tipo de acaro de sarna, o Sarcoptes Scabei (var. canis), é a causa da sarna sarcóptica, mais conhecida como escabiose. Esses ácaros abrigam-se na camada mais externa da pele e põem ovos. Os ovos são chocados, as larvas amadurecem e o ácaro adulto recomeça o ciclo. A escabiose é altamente contagiosa e é uma das afecções mais comuns e que podem ser transmitidas de cães para pessoas por meio do contato direto. O que fazer A melhor estratégia para o tratamento da sarna é a prevenção. Escovações e banhos regulares ajudarão a remover crostas e pele descamada provocada pela sarna e podem ajudar a manter seu cão livre dessa doença. Se seu cão tiver sido infestado por ácaros de sarna, lave totalmente sua cama ou outras áreas em que ele dorme. Não tente qualquer outro tratamento caseiro até que você tenha levado seu cão ao veterinário. Quando ir ao veterinário Os sinais de demodécia localizada são perda de pêlos e crostas de pele e  pele avermelhada ao redor do focinho ou patas dianteiras. A demodécia generalizada apresenta sinais similares, porém mais espalhados e severos. Para diagnosticar a demodécia, seu veterinário raspará suavemente parte da camada superficial da pele do cão e examinará o material sob o microscópio para ver se há ácaros. Se necessário, o veterinário prescreverá um banho e antibiótico para evitar qualquer infecção secundária provocada por arranhões. Infelizmente, a demodécia é persistente e não há garantia de recuperação, especialmente em cães mais idosos. Os sinais de escabiose são perda de pêlo, pequenos inchaços avermelhados e coceira intensa. Como a sarna demodética, a escabiose é diagnosticada através de raspagem da pele e tratada com um banho semanal que seu veterinário prescreverá. Se seu cão tiver escabiose, você precisará isolá-lo até que o tratamento se complete e limpar totalmente tudo o que tiver entrado em contato com ele. Os ácaros da sarna sarcóptica são extremamente persistentes, de modo que outros cães da casa também devem ser tratados, mesmo que não apresentem sinais. Agora vamos ver outro problema que pode afetar um cão: a obesidade.   Extraído : http://casa.hsw.uol.com.br/remedios-caseiros-para-caes4.htm  
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11 Nov 2008

CINOMOSE

Cinomose Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.   A cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Virus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC), da família PARAMYXOVIRIDAE, que atinge animais da família canidae, mustelidae, mephitidae e procyonidae (entre eles cães, furões/ferrets e alguns outros animais silvestres). Ela degenera os envoltórios lipídicos que envolvem os axônios dos neurônios, conhecidos como baínha de mielina. Ela afeta a todos os cães e é raro que haja algum que não tenha sido exposto ao virus, exceto no caso de cães que vivem isolados. Junto com ela, geralmente aparecem infecções causadas por bactérias. A cinomose de gatos domésticos é provocada por outro vírus, exclusivo e específico, e é chamada panleucopenia felina. Transmissão A cinomose não é uma zoonose, isto é, não passa para seres humanos; contudo o ser humano pode carregar o vírus até que ele chegue a um animal sadio. A transmissão ocorre, em geral, através do contato com secreções do nariz e boca do animal. Isso pode se dar através de um espirro do animal doente, espalhando a secreção ao redor e contaminando os cães que estejam por perto. É muito importante que se diga, que o vírus da Cinomose tem pouca resistência a nível ambiental, ou seja, fora do organismo do seu hospedeiro, o que facilita o controle ambiental da disseminação da doença, diferentemente do que ocorre com a parvovirose, por exemplo. As características climáticas do inverno favorecem a presença deste vírus no ambiente,por isso nosso cuidado deve ser redobrado nesta época.Apesar da sensibilidade do vírus no ambiente,há muitos relatos de casos de criadores que perderam animais vitimados pela Cinomose,após serem introduzidos em ambientes, onde outros cães haviam morrido anteriormente, no período de até seis meses atrás.Por esse motivo é aconselhável concluir todo o esquema de vacinação, de pelo menos três doses,antes de introduzí-los nesse ambiente contaminado. Sintomas A Cinomose é a doença mais importante dos cães. A descrição clássica em livros textos é de uma infecção viral aguda caracterizada por febre bifásica, secreções nasal e ocular, anorexia, depressão, vômito, diarréia, desidratação, leucopenia, dificuldades respiratórias, hiperceratose do focinho e dos coxins plantares, mioclonia e sintomatologia neurológica. Tanto os animais tratados quanto os não tratados podem desenvolver sintomalogia nervosa, mas esta é mais comum nos últimos. Essa fase nervosa da doença pode ser caracterizada por espasmos musculares (mioclonia) e comportamento fora do normal. Esse "comportamento fora do normal" é provocado pela desmielinização do sistema nervoso, o cão pode se tornar agressivo e não reconhecer o dono. Com o degeneramento avançado da baínha de mielina, o cão pode apresentar paralisia devido à fragmentação dos neurônios. Embora hoje em dia muitos Veterinários recomendem a eutanásia de um animal com paralisia pela cinomose, a acupuntura tem sido um tratamento eficaz (referências???), com recuperação quase que total, o animal recupera os movimentos, e se havia parado de urinar e defecar, também volta ao normal. Tratamento O tratamento é dificil. Depende muito da capacidade imunológica do próprio cão. O veterinário pode ajudar eliminando doenças que aparecem devido à baixa no sistema imunológico, como infecções bacterianas; receitar medicamento que diminuam a inflamação no cérebro e aumente sua resistência; uma alimentação adequada, etc. A acupuntura é utilizada para tratamento das sequelas, e não da doença ou seus sintomas. Atualmente a melhor opção para combater a doença é a prevenção através da vacina. Entretanto, a experiência em canis tem demonstrado que o melhor tratamento para cães adultos na chamada "fase respiratória" consiste em duas abordagens simultâneas: a aplicação subcutânea do soro "cino-globulin" e na administração por via oral, seguindo a bula, dos antibióticos "cloranfenicol"(Quemicetina) por no máximo 5 dias, + "amoxicilina clavulanato de potássio" por 3 semanas, 500 para casos mais brandos e 800 para os mais graves, + a pomada para os olhos epitezan. Além de suplementos de vitamina C, complexo B e glutamina (vendida em lojas de suplementos para musculação) por 3 meses, que reforçam o sistema imunológico do animal. Alimentação saborosa é fundamental. Se o cão evita mesmo alimentos saborosos, dê "Silimalon" duas vezes ao dia, ele não pode ficar sem comer. A aplicação do soro é feita com 2ml/ Kg de peso do animal no primeiro dia de tratamento, mais outra aplicação 24 horas depois, seguida de mais uma aplicação no décimo dia. Deve ser aplicado em doses de 5 ml espalhadas pelo dorso do cão, para cães de médio porte, ou em doses de 10 ml para cães maiores. Este tratamento é eficaz na cura da doença em seu estágio inicial, ou fase respiratória. Se o cão não passa por esta fase e desenvolve a cinomose na chamada fase neurológica (com espasmos musculares ou demência), a sobrevivência com integridade mínima dependerá de sua própria capacidade de recuperação combinada com o tratamento sugerido pelo veterinário. Repetindo o que foi dito acima, a acupuntura é utilizada para tratamento das seqüelas. Enquanto a fase neurológica está se desenvolvendo, a acupuntura é ineficaz para impedir o aumento da paralisia. No desenvolvimento da doença, a acupuntura é capaz de aliviar a tensão da mandíbula, é capaz de fazer o animal urinar e defecar, se havia parado, e também voltar a piscar, evitando úlcerações nas córneas e conseqüente cegueira.
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23 Aug 2008

DNA de cão da raça Dachshund dá pista para tratar cegueira

                  DNA de \'cão salsicha\' dá pista para tratar cegueira Cientistas isolaram gene em cães dachshunds envolvido em problemas oftalmológicos. Uma mutação genética no \'cão salsicha\' pode oferecer pistas para uma forma de cegueira genética em humanos, de acordo com um estudo de pesquisadores americanos e noruegueses. Eles conseguiram isolar um gene do DNA de cães da raça dachshund que havia sido parcialmente danificado em cães afetados por distrofias cone-bastonete, que afetam esses dois tipos de célula presentes na retina. Distrofias ou displasias de cone e bastonete são relativamente raras em cães e se restringem a algumas raças. Em humanos, podem se iniciar logo na infância. Em um primeiro momento, a perda das células da retina pode levar à "cegueira diurna", na qual a visão em lugares claros é prejudicada. Ao longo do tempo, o problema pode evoluir para a cegueira total. No estudo, publicado na revista científica Genome Research, os cientistas isolaram parte do DNA dos dachshunds e, em particular, o gene NPHP4, que havia tido uma parte "apagada" em animais afetados. O gene está associado a uma combinação de deficiências nos rins e fígados em seres humanos, disse o coordenador do estudo, o pesquisador Frode Lingaas, da Escola Norueguesa de Ciências Veterinárias. "Nos cães dachshunds, encontramos uma mutação que afeta apenas os olhos, sugerindo que este gene pode estar relacionado a pacientes humanos com doenças oftalmológicas", afirmou. Segundo ele, a descoberta pode ter aplicações tanto para uso veterinário quanto para uso em humanos. Em cães, abre a possibilidade de testes genéticos para eliminar determinados distúrbios através do cruzamento de animais. Em humanos, poderia apontar caminhos para o tratamento de distrofias de cones e bastonetes através do uso de genes, a geneterapia.  
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06 Aug 2008

Doenças dos Cães

Abscessos -Surgem geralmente quando a sujidade penetra em feridas sem importância. Ao fim de dez dias, podem ser lancetados pelo veterinário.   Ácaros - Sarna, Dores de ouvidos.   Acidentes - Provocam freqüentemente no cão um estado de choque. Deve saber que um cão em estado de choque pode morder o dono.O cão ferido deve ser estendido no chão com cuidado e deve se transportado em cima de uma tábua ou de uma maca.   Bronquite - Inflamação da mucosa dos brônquios. É freqüente em cães velhos, e pode ser um dos sintomas da Esgana. Os sintomas da bronquite são ataques de tosse e uma expectoração acinzentada, e na bronquite aguda febre alta. É indispensável levar o animal à consulta veterinária, quanto mais não seja para ver se não trata de esgana.   Carraças - Os cães apanham constantemente carraças nos passeios ao campo. As carraças sugam o sangue do animal e podem ser confundidas com verruga. Para tirar as carraças, deitam-se umas gotas de óleo ou álcool sobre o parasita e extraí-se depois a carraça cuidadosamente, de preferência com movimento rotativo. Se a cabeça da carraça ficar agarrada ao cão, pode causar infecção. Por isso deixe um profissional cuidar disso.   Conjutivite - É uma doença oftálmica mais vulgar nos cães. É provocada por germes que entram nos olhos, juntamente com corpos estranhos. O olho começa a chorar e fica fechado. Aparece depois um inchaço da conjuntiva, a membrana que reveste internamente as pálpebras superiores, a qual fica vermelha. Se a afecção não for logo tratada, no dia seguinte o olho começa a deitar uma secreção purulenta, que fica colada aos pêlos situados em volta do olho. A conjuntivite crônica pode provocar cegueira. Um remédio caseiro para conjuntivite são as lavagens com água bórica diluída, à temperatura do corpo, ou com solução de sal (1 colher de chá bem cheia de sal para um litro de água). Lava-se bem o olho com essa solução e tira-se o corpo estranho (inseto, grão de areia, semente de planta). Se as lavagens não derem efeito, tem de se consultar o veterinário, pois conjuntivite pode ser um dos sintomas da Leptospirose.   Constipação - Os espirros, o corrimento nasal e uma elevação da temperatura são sintomas inócuos de uma simples constipação, que deve ser tratada com inalações de camomila. Deve também untar-se com vaselina as narinas do cão. Se corrimento nasal for purulento tem de se consultar o veterinário. No caso de o cão não ter sido vacinado contra a Esgana, pode tratar-se de um sintoma desta doença; caso contrário, pode ser provocado por uma infecção dos dentes ou dos ossos da face.   Convulsões - Podem ter as mais diversas origens. Além da hereditariedade, podem ter outras causas relativamente inócuas; o romper dos dentes nos cães jovens, medo, angústia, choque, mas também um ataque forte de parasitas intestinais. Podem também ser um sintoma de Esgana, caso o cão não tenha sido vacinado. O animal deve ficar deitado em sossego num quarto escuro até que as convulsões passem, e convém levá-lo quanto antes à consulta veterinária para ser examinado.   Diarréia - Nos cães que não foram vacinados pode ser sintoma de Esgana ou da Leptospirose. Nos outros casos é o sintoma de uma doença no estômago ou de intestinos. O cão deve seguir uma dieta de chá de camomila, água de arroz e biscoito de cão amolecido, com carne picada, tomando também comprimidos de carvão. A diarréia pode também ser provocada por intoxicação. Se o cão tiver sangue nas fezes, pode tratar-se de envenenamento por arsênico.   Doença da sola dos pés - Uma forma maligna da Esgana, na qual a doença se agrava muito rapidamente. Um sintoma típico é a formação de calosidade na sola dos pés, o que provoca ruído especial quando o animal anda, assim como a formação de uma calosidade na ponta do nariz. A imunização contra esta doença obtém-se através da administração da vacina múltipla.   Doença de Weil - Leptospirose.   Doenças musculares - Percebe-se que o cão sofre de dores nos músculos quando o animal gane de dor quando se mexe ou quando o agarramos. Os músculos estão duros e tensos. Geralmente são provocadas por um resfriamento - trata-se de um simples ataque de reumatismo. Essa inflamação dos músculos pode aparecer quando um caniche é tosquiado no Inverno e não é resguardado depois com uma cobertura quente, quando o cão sai de uma casa aquecida para o frio e a umidade da rua ou quando apanha uma corrente de ar. O animal pode ser tratado com aspirina, mas deve ser examinado pelo veterinário pois dores musculares podem ser sintomas de Leptospirose. O reumatismo infeccioso deve também ser tratado com aspirina, para tirar as dores, mas o cão tem de ir à consulta veterinária, pois o tratamento deve ser prescrito pelo especialista.   Dores de Ouvidos - As doenças dos ouvidos devem ser tratadas pelo veterinário. As dores de ouvidos podem ser causadas por uma série de doenças, que provocam uma inflamação na mucosa exterior do canal auditivo. O cão coça repetidamente as orelhas. A infecção pode ser causada pela acumulação de cera nos ouvidos, mas também pela sarna (ácaros) ou por eczema. As orelhas do cão devem ser examinadas com regularidade. Os sintomas da infecção são a vermelhidão, crostas castanhas e por vezes um cheiro desagradável. Nos cães jovens a inflamação pode ser provocada por corpos estranhos que entram nos ouvidos (bocadinhos de plantas, falhas de madeira), que provocam comichão ou dores e têm de ser extraídos pelo veterinário.   Eczema - (inflamação da pele, muita vezes úmida). Pode ser provocado por parasitas como pulgas, piolhos e ácaros, (caso da sarna), que obrigam o cão a coçar-se muito. O eczema pode também ser causado por uma alimentação demasiado rica em hidratos de carbono (pão, massas, biscoitos, batatas). As erupções na pele podem ser também o sintoma de uma alergia (a determinadas plantas ou têxteis).   Enjôo - os cães, tal como os homens, enjoam no automóvel, no avião e no barco, sobretudo se houver balanços. Antes de mais nada, tem de se habituar gradualmente o cachorro ao automóvel; existem também medicamentos contra os vômitos que o veterinário lhe receitará em caso de necessidade. O cão deve fazer a viagem em estado de jejum, mas também não convém que esteja esfomeado.   Equinococose - doença provocada por parasitas intestinais de corpo segmentado (tênias) que pode ser transmitida ao homem através de um contato muito íntimo com o cão ou de alimentos contaminados por fezes infectadas. As medidas preventivas contra esta doença são uma higiene rigorosa e uma desparasitação regular do cão.   Esgana - uma doença que pode evitar ao seu cão, vacinando-o de acordo com as indicações do veterinário. A vacinação múltipla contra a esgana, a hepatite e a leptospirose devem ser repedidas todos os anos, mesmo que não saia com o cão para o estrangeiro. A esgana é uma doença provocada por um vírus, que pode ser contraída por contágio direto ou indireto ( por exemplo, farejando em locais onde esteve um cão doente). As formas desta doença são várias: esgana catarral: seis a nove dias depois do contágio, o cão tem febre alta durante um dia. Manifesta-se depois uma inflamação das mucosas da cabeça, que provoca corrimento nasal e dos olhos. O cão fica apático e mal disposto, não come e manifesta por vezes uma sede intensa. A febre sobe depois novamente.   Esgana pulmonar - depois do primeiro acesso de febre, aparece uma bronquite ou uma infecção pulmonar. Tosse seca, febre, dificuldades respiratórias.   Esgana estomacal - depois do acesso de febre inicial, o vírus ataca o estômago e os intestinos. Vômitos de mucosidades acastanhadas, febre, inflamação das mucosas da boca e hálito pestilento, diarréia fétida que se pode manter semanas. O cão tanto vomita a água como os alimentos sólidos.   Esgana nervosa - provoca espasmos, convulsões e paralisias, pois o vírus aloja-se no sistema nervoso central. A esgana nervosa é quase sempre fatal. Quando há suspeitas de esgana, tem de se chamar imediatamente o veterinário a cãs. Não se deve levar o cão para a sal de espera da consulta veterinária, pois pode contagiar outros animais.   Febre - a temperatura do cão é tirada no ânus, colocando o animal em cima de uma mesa, se ele for pequeno. A temperatura normal é de 37 a 39°c. Os cães novos e cães pequenos têm temperatura normal mais elevada.   Fezes - as fezes são o espelho da saúde do nosso cão. A diarréia deve ser sempre interpretada como sinal de alarme. É também o exame das fezes que nos indica se o cão sofre de parasitas intestinais. O cão deve começar imediatamente a fazer dieta: três refeições diárias, com muita carne, ovos e queijo fresco, além de alguns legumes e deve tomar carvão todos os dias, durante três meses.   Fraturas ósseas - provocadas geralmente por acidentes, têm de ser tratadas pelo veterinário. O osso é metido em talas ou ligado com uma ligadura de gesso.   Gastrite - inflamação da mucosa do estômago.   Gravidez aparente - manifesta-se principalmente nas cadelas que nunca pariram, com todos os sintomas de uma verdadeira gravidez. Este estado pode ser evitado de uma vez para sempre através da castração ou remoção do útero. Uma outra possibilidade de tratamento consiste em deixar a cadela parir uma vez.   Hepatite - (infecção do fígado). É uma das doenças contra a qual a vacina múltipla confere imunidade. É provocada por um vírus e aparece em todas as idades. Os sintomas da doença são febre alta, vômitos e diarréia e mais tarde icterícia acompanhada por convulsões. A doença, que deve ser tratada pelo veterinário, provoca a morte ao fim de poucos dias ou de algumas horas.   Icterícia - é um dos sintomas da hepatite ou da leptospirose. É provocada por uma retenção da bílis no fígado, que torna amareladas a urina e as mucosas visíveis. As fezes adquirem também uma coloração amarelada. Este sintoma é acompanhado por febre e falta de apetite, e, por vezes, também diarréia e vômitos.   Icterícia infecciosa - leptospirose.   Infecção renal - os sintomas da infecção renal são um andar hirto - devido às dores - a cor escura e o aspecto turvo da urina e sede intensa. Esta doença manifesta-se geralmente em conseqüência de um resfriado provocado pela tosquia no tempo frio. À medida que a doença se agrava, aparece um hálito pestilento, inchaços na boca e o animal emagrece. Nessa altura, a doença provocou já lesões incuráveis dos rins, que dão origem a uma uremia. Dado que uma infecção dos rins pode ser um sintoma da esgana ou da leptospirose, o cão deve ser examinado pelo veterinário se as indicações que passamos a indicar não tiverem efeito: o cão pode apanhar frio e deve fazer uma dieta de proteínas de digestão fácil (carne de vitela e galinha, algum leite), sem sal, e de outros alimentos ricos em hidratos de carbono.   Infecção pelo vírus da herpes - uma doença mortal para os cachorros contra a qual o próprio veterinário é impotente. Os cachorros enfraquecem, deixam de comer e morre. O vírus causador da doença provoca no homem o aparecimento de bolhas à volta da boca, e nos cães mais velhos o de peladas que provocam comichão, à volta dos olhos e das narinas. Ao coçar-se, o cão pode provocar o aparecimento de conjuntivites.   Inflamação das glândulas anais - o leigo interpreta muitos vezes erradamente como um sintoma de parasitas intestinais o fato de o animal esfregar o rabo no chão. Trata-se, porém de uma inflamação das glândulas anais, situadas de um e outro lado do ânus, que segregam um líquido de cheiro desagradável que tem por finalidade lubrificar as fezes. O tratamento da inflamação das glândulas anais, que exige, em casos extremos, a ablação dessas glândulas, deve ser feito pelo veterinário.   Inflamação da mucosa do estômago - é geralmente provocada por alimentos gelados ou por comida estragada. O cão fica apático e vomita muito. Antes de levar o animal à consulta veterinária, pode experimentar-se uma dieta ligeira: chá de camomila, água de arroz, carne picada.   Intoxicações - o perigo de intoxicação é bastante grande no cão. Na maioria dos casos, o leigo não sabe que produto deve dar ao animal. Tem portanto de consultar imediatamente o veterinário. Entretanto, pode dar-se uma colher de óleo de rícino ao cão para o fazer vomitar.   Leptospirose - o cão deve ser imunizado contra esta doença através da vacinação. Os agentes da doença, os chamados leptóspiros, de que existem mais de 20 tipos diferentes, são expelidos na urina do cão e de hospedeiros como ratos, os porcos e o gado bovinos e transmitidos através do farejar. O tratamento tem de ser receitado por veterinário. Eis os sintomas da doença: primeiro febre alta, que se mantém durante 36 a 48 horas, apatia, vômitos, constipação, bronquite, dores musculares, infecção renal, retenção da urina, icterícia, conjuntivite. Mais tarde, a temperatura pode descer abaixo dos valores normais, o animal perde o apetite, tem muita sede. O diagnóstico da doença exige várias análises de sangue e tem de ser feito pelo veterinário. Lombrigas - parasitas intestinais.   Oclusão intestinal, volvo - barriga muito inchada e sensível. O animal tem de ser operado de urgência. Olhos lacrimejantes - podem ser devidos a uma obstrução do canal lacrimal que conduz o fluxo lacrimal para o canal nasal. O veterinário desentope o canal por meio de inserção de um fio de nylon ou com injeção.   Parasitas intestinais - trata-se geralmente de tênias, que se alimentam da comida do cão, o que faz com que o animal emagreça, tenha falta de apetite e fique com o pelo eriçado. Podem encontrar-se segmentos de tênia nas fezes do cão ou em volta do ânus. Os cachorros devem fazer um tratamento contra parasitas intestinais, mas fora disso o dono do cão não deve administrar ao animal um produto vermicida qualquer, que pode fazer pior ao cão que a própria tênia. Deve consultar o veterinário mostrando-lhe se possível os segmentos expulsos pelo animal. No decurso do tratamento, tem de se verificar se a cabeça da tênia foi expulsa. Um outro parasita intestinal, o equinococo, que pode ser transmitido ao homem, é muito raro no cão (equinococose). As lombrigas, que aparecem nas cadelas prenhes e nos cachorros, podem ser perigosas para as crianças. Nos cães, desaparecem por volta do ano, ou quando se faz os tratamentos vermicidas aos cachorros, pelo que o perigo de contágio é mínimo. Quando há contágio, as lavras penetram no corpo da criança através da pele e podem deslocar-se dentro do corpo. Pode acontecer, se bem que o caso seja raríssimo, . Uma infestação grave pode provocar doenças intestinais e convulsões. Os cães podem sofrer ainda de outros parasitas intestinais: os que fixam-se no intestino, provocando uma diarréia com sangue e o emagrecimento. No estômago, parasitas microscópicos podem provocar inflamações da mucosa. Outros parasitas instalam-se no canal biliar e podem originar uma icterícia. Há ainda parasitas que se alojam no coração e nos pulmões, provocando lesões desses órgãos. O diagnóstico e o tratamento devem ser feitos por veterinário.   Peladas circulares - vide tinha   Pílula - produtos anticoncepcional para a cadela. Pode evitar-se que uma cadela que foi coberta contra a vontade do dono fique prenhe levando-a à consulta veterinária dentro de 48 horas para levar uma injeção de hormônios. Pode também evitar-se a fecundação dando a pílula (comprimidos) à cadela desde o princípio de cio; pode ainda evitar-se o cio por meio de injeção de hormônios.   Piolhos - têm de ser combatidos vigorosamente, pois são portadores da tênia. Ao contrário das pulgas, que se sentem e se vêem saltar, os piolhos são quase invisíveis. Se o cão se coçar muito devem procurar-se as lêndeas (ovos pequenos em forma de bastonete) na cabeça do animal ou por de trás das orelhas. O tratamento com um pó ou spray inseticida, a adquirir numa loja de produtos para animais, deve ser repetido várias vezes, a intervalos de uma semana. Pode também dar-se ao cão banhos desinfetantes uma vez por semana. Desinfetam-se também a cama do cão e deitam-se fora os cobertores.   Prevenção da doença - a medida mais importante para conservar o seu cão de boa saúde é uma vacinação precoce com vacina múltipla e a repetição regular da vacinação, que é exigida para sair a fronteira com o animal. Trata-se normalmente de uma vacina que imuniza o animal contra a esgana, hepatite e leptospirose. A primeira vacinação deve ser feita entre as sete e as noves semanas de idade, e será repetida entre as 12 e as 14 semanas. O atestado de vacinação é indispensável para passar a fronteira; a vacina deve ter sido feita pelo menos 30 dias e a não mais de um ano.   Pulgas - não só são incomodativas, como também perigosas, pois podem ser portadoras de parasitas intestinais. Multiplicam-se no cão e passam para os outros cães e para as pessoas. Escondem-se geralmente em sítios onde o pelo é mais comprido. As pulgas do cão elimina-se com um inseticida em pó, que será adquirido nas lojas de artigos para animais. Tem de se desinfetar também a cama do cão.   Queda do pelo - geralmente causada por perturbações hormonais que podem ser corrigidas por meios de injeções receitadas pelo veterinário. Nos cães mais velhos, que demonstram simultaneamente um interesse surpreendente pelos animais do seu sexo, recomenda-se a castração, para evitar que fiquem completamente pelados e para estimular o crescimento do pêlo novo.   Queimaduras - tratam-se aplicando pomada para queimaduras.   Raiva - é transmitida pela dentada de uma animal atacado pela doença e pode ser transmitida também ao homem. Dado que quase todos os cães estão hoje em dia vacinados contra a raiva e são, portanto, imunes a esta doença, a raiva é geralmente transmitida por animais selvagens, principalmente pelas raposas. Um homem mordido por um animal raivoso tem de ser vacinado ao fim de seis horas no máximo. Os cães que apresentem sintomas devem ser isolados e muito vigiados. Se as suspeitas se confirmarem, o cão deve ser imediatamente abatido. A transmissão do vírus faz-se através da saliva, pelo que todas as pessoas que estiveram em contato com o cão devem ser vacinadas. Na raiva mansa a maneira de ser do cão modifica-se. O animal fica apático ou inquieto, tem muita sede, mas, quase não consegue engolir. Secreção intensa de saliva. Segue-se geralmente a fase da raiva furiosa, em que o cão se atira às pessoas, quer morder e abocanha corpos estranhos e indigestos, desprezando a comida. Na terceira fase da doença, que se pode seguir diretamente à raiva mansa, surgem parasitas que começam pela cabeça (o cão não consegue engolir, tem um ladrar rouco) e que provocam geralmente a morte no quarto dia após a manifestação da raiva mansa.   Reumatismo - dores musculares.   Sarna - doença de pele provocada por ácaros que penetram na pele, causando comichão e mais tarde infecções e queda de pêlo. O veterinário analisa uma amostra da pele para identificar o ácaro causador da infecção e receita o tratamento adequado. O cão deve tomar desinfetante, e a cama do cão tem de ser também desinfetada. Cuidado, porque a sarna é contagiosa, inclusivamente para o homem! Os animais atacados pela sarna têm de ser rigorosamente isolados - inclusive na sal de espera do veterinário.   Sede - uma sede fora do vulgar é muitas vezes sintoma de uma infecção renal.   Sintomas de doença - o fato de o cão ter nariz seco e quente nem sempre é sintoma de doença. Devemos inquietar-nos mais quando o animal manifesta apatia e falta de apetite. Pois podem ser sintomas de que está doente. Outros sintomas são o olhar mortiço, alterações da pelagem e digestões difíceis.   Tétano - infecção provocada por um fungo, acompanhada de comichão, que provoca o aparecimento de peladas circulares e crostas. O animal deve ser separado do outros cães, pois é uma doença contagiosa e manifesta-se freqüentemente em locais onde vivem vários cães. O homem pode também se contagiado por esta doença. Além do tratamento medicamentoso prescrito pelo veterinário, tem de se observar uma higiene rigorosa. É indispensável desinfetar o cesto do cão, a almofada, o cobertor, as escovas e os pentes; deve também juntar-se à água do banho do cão um produto anticéptico.   Toxoplasmose - infecção viral transmitida pelas fezes de gatos infetados ou pela ingestão de carne crua contaminada com toxoplasma (carne de animais de talho ou aves). Esta doença não pode ser transmitida pelos cães ao homem, como se pensa por vezes. Aparece geralmente ao mesmo tempo em que, a esgana. Os sintomas da toxoplasmose são febre alta, vômitos, diarréia, bronquite ou infecções pulmonares. Manifestam-se depois infecções celebrais que provocam espasmos e paralisias. O diagnóstico desta doença faz-se mediante determinadas analises de sangue.   Tremuras - nos cães tosquiados significam que o animal está cheio de frio. Os terries têm muitas vezes tremuras, mas isto não se reveste de qualquer significado, caso o cão não apresente outros sintomas de doença.   Vômitos - não necessariamente, no cão, o sintoma de uma doença. O cão pode vomitar a comida engolida à pressa, ingerindo-a novamente em seguida com a maior das naturalidades. Os vômitos de alimentos de digestão difícil são facilitados pela ingestão de erva. Mas, os vômitos fortes que não possam ser atribuídos à ingestão de alimentos indigestos ou ao enjôo (por exemplo, em viagens de automóvel) exigem uma consulta veterinária (leptospirose, esgana, toxoplasmose, inflamação da mucosa do estômago). Se os vômitos contiverem sangue, pode ser sintoma de envenenamento com arsênico.     Extraido de : http://www.mistersaudeanimal.com.br/doencas_a_z.htm  
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10 Jun 2008

Gestação, Parto e Primeiros dias

O ideal é fazer um exame radiográfico (raio x) para saber exatamente quantos filhotes esperar. Esse exame deve ser feito após 30 dias da cobertura, pelo menos. Uma ultrassonografia ajuda a visualizar as condições dos filhotes ainda no útero, mas não é eficaz para contá-los. Os sinais da proximidade da hora do parto são inquietação, respiração ofegante e comportamento de "calor". Pode haver perda de líquido algumas horas antes do parto. O tempo normal entre o nascimento de um filhote e outro é de até 4 horas. Se passar disso, procure um veterinário com urgência. Não é recomendado levar a cadela para parir numa clínica. Além de ser contaminado (devido à grande circulação de animais doentes), não é o ambiente ao qual ela está acostumada, e o estresse causado por isso pode interferir no processo natural do parto. Deixe panos limpos, uma casinha ou caminha confortável e deixe que ela fique tranquila e à vontade. Fique atento a todos os sinais. Qualquer fato que chame a atenção deve ser imediatamente comunicado ao veterinário. Recomendo que o veterinário que acompanha a gestação seja avisado do parto, para eventuais intercorrências. Tenha à mão o telefone de uma clínica 24h, do disk taxi e, se possível, do taxi dog. Para os filhotes nascerem, ela fica em posição de "fazendo cocô". Normalmente os filhotes caem no chão, a mãe pega com a boca, leva para a cama, limpa e coloca para mamar. Ela mesma corta o cordão umbilical. Você pode ajudá-la caso ela tenha dificuldade, cortando o cordão a pelo menos 3cm da barriguinha. Se for preciso, limpe o focinho dos filhotes com um pano limpo. Deixe a mãe limpar o corpo do filhote, pois é estímulo para ele começar a respirar. Algumas cadelas não sabem o que fazer, geralmente nas primeiras crias. É recomendado ajudar, estimulando para que a própria mãe limpe seus filhos. A cadela come as placentas (cada filhote tem uma) e o útero verdino (uma massa verde q sai junto com a placenta, após o nascimento do filhote). É normal e isso vai dar suporte nutricional para o início da amamentação, onde a mãe não sai de perto dos filhotes nem para comer. Não é preciso se preocupar se a cadela não comer por uns dias, a menos que apresente alguma outra alteração. É normal haver um pequeno sangramento após o parto, mas caso haja sangue vivo e em grande quantidade, chame um veterinário com urgência. Continue oferecendo ração de filhote para a mãe e os bebês. Com aproximadamente 30 dias eles já começarão a comer ração junto com a mãe, e continuarão mamando até os 45 dias. Você pode oferecer papinha desmame a partir dos 25 dias. Essas papinhas estão disponíveis no mercado, de diversas marcas. Uma opção é oferecer ração de filhote umedecida com água morna. Evite dar leite, pois a quantidade de lactose presente no leite de vaca pode causar irritação na mucosa instestinal dos filhotes. Não deixe a comida por muito tempo à disposição, pois fermenta e pode fazer mal aos bebês. Apesar de eles fazerem muita bagunça com a água, e quase não ingerirem quantidades significativas, é importante deixar à disposição água limpa. A mãe limpa o xixi e o cocô dos filhotes. No começo, o ato de lamber os bebês, não é só para limpar, é para estimular a micção e defecação. Com aproximadamente 20 dias, ela passa a não limpar totalmente, pois os filhotes começam a rastejar para longe dela. Essa é a fase onde dão mais trabalho, pois sujam uma grande área. É super importante manter o ambiente muito limpo, principalmente nessa fase. Após o nascimento, é conveniente que a mãe e a ninhada sejam avaliadas por um veterinário, que também indicará o melhor esquema de vermifugação e vacinação.
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10 Jun 2008

Vacinação

Necessidade Existem muitas doenças que acometem cães e gatos, muitas delas graves, que podem levar a muito sofrimento e até à morte. Mas felizmente existem as vacinas, que protegem esses animais contra a maioria dessas doenças. Indiscutivelmente a vacinação é o meio mais eficaz de evitar doenças, e com isso, evita-se sofrimento e gastos com tratamentos posteriores.   Vacinas As mais comuns para cães são as vacinas múltiplas (geralmente V8 e V10), vacina contra Tosse dos Canis, vacina contra Leptospiroses, vacina contra infecção por Giárdia e vacina anti-rábica. Para gatos, utilizam-se as vacinas múltiplas (tríplice, quádrupla ou quíntupla) e anti-rábica. Apenas a vacina anti-rábica é oferecida gratuitamente pelo governo, nos CCZs (Centro de Controle de Zoonoses) das prefeituras. Essas vacinas são oferecidas em campanhas de vacinação anuais ou durante o ano todo, no próprio CCZ. Vale ressaltar que as vacinas devem ser aplicadas por um Médico Veterinário, em Consultório ou Clínica Veterinária, pois precisam ser armazenadas adequadamente, e devem ter procedência garantida. Não comprometa a segurança e a eficácia da vacinação de seus animais, procure um Médico Veterinário.   Idade O esquema de vacinação deve ter início a critério do Médico Veterinário, que avaliará o animal e dirá quais vacinas deverão ser aplicadas e a quantidade e intervalo entre as doses. Geralmente o esquema começa por volta dos 45 a 60 dias de vida, depois da vermifugação (por volta de 20 dias de vida), que também deve ser de acordo com a orientação do Médico Veterinário. A vacina só deve ser aplicada se o animal estiver saudável. As vacinas são aplicadas de acordo com a espécie, idade, raça, histórico familiar, habitat e outros critérios que o Médico Veterinário avaliará na primeira consulta, antes de prescrever o melhor esquema de vacinação para cada animal. Passeios devem ser evitados, assim, como o contato com sapatos e outros objetos que venham da rua ou que tenham tido contato com outros animais. Jamais leve um filhote não vacinado a um pet shop.   Reforço Não basta vacinar os animais apenas quando filhotes. A imunidade conferida pelas vacinas é de, no máximo, um ano. Por isso, anualmente, é necessário aplicar uma dose de reforço de todas as vacinas. Em algumas situações, o reforço semestral de determinadas vacinas pode ser necessário (pergunte a seu Veterinário se é o caso do seu animal). Deixar de vacinar um animal adulto, é submetê-lo ao risco de contrair uma doença grave, que poderia ser evitada.       Não esqueça de seguir atentamente essas recomendações. Caso tenha alguma dúvida, pergunte ao Veterinário. Não deixe de consultar um Veterinário para obter orientações sobre os cuidados específicos para o seu animal.
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10 Jun 2008

Recomendações para Banhos

A pele e o pêlo dos animais têm uma oleosidade natural, importante para a sua proteção. Ao dar banho, essa oleosidade é removida e demora um tempo para que volte ao normal. Evite dar banhos com intervalo de tempo menor que 10 dias. A água do banho deve estar morna, em torno de 38º C, pois a pele dos animais é mais sensível à temperatura que a humana. Ao secar com secador de cabelo, evite que o jato de ar seja direcionado diretamente sobre a pele do animal, use temperatura morna e passe a mão junto, com muito cuidado para não queimar a pele, pois o secador de cabelos usado em casa tem temperatura superior ao secador usado em pet shops. O cuidado com as orelhas é imprescindível, e devem ser colocados chumaços de algodão e evitar jogar água na direção do conduto auditivo. A limpeza deve ser feita após o banho, com um algodão (não use cotonete) umedecido em solução fisiológica ou algum produto específico para esse fim, e depois, seco com algodão. Não use gaze ou papel higiênico.   Banhos em filhotes Não são recomendados banhos em filhotes antes do esquema de vacinação estar completo, por volta dos 3 meses de idade. Porém, em caso de extrema necessidade, é permitido, observando-se atentamente alguns cuidados essenciais. Se for possível utilizar apenas um algodão embebido em água morna para limpá-lo, é melhor. Jamais leve um filhote não vacinado a um pet shop. O banho deve ser dado em casa e com muito cuidado, pois qualquer resfriado pode diminuir a resistência e ser o início de uma virose grave. É importante salientar que filhotes que ainda mamam podem ser rejeitados pela mãe caso sejam usados no banho shampoos ou produtos com perfume ou cheiro muito forte. Portanto, evite ao máximo dar banho em filhotes muito novos. A mãe geralmente cuida da higiene de seus filhos, e a intervenção humana pode atrapalhar.   Procedimentos para Banhos em Filhotes Prepare tudo o que precisará para o banho: bacia, termômetro, shampoo para bebês neutro (diluído – duas partes de shampoo e uma de água), 2 toalhas, secador de cabelo. Se o filhote for muito novo, não coloque algodão nas orelhas, e não molhe a cabeça. Feche as janelas do quarto para onde levará o filhote depois do banho. Feche portas e janelas do banheiro, ligue o chuveiro (chuveirinho) e coloque a bacia dentro do box. Verifique a temperatura da água (deve estar por volta de 38º C, temperatura usada para banhos de bebês). Coloque o filhote dentro da bacia, sempre segurando-o com uma das mãos. JAMAIS o deixe solto dentro da bacia. Deixe-o numa posição intermediária entre a posição quadrúpede (como os cães andam) e bípede (como os humanos andam), inclinado, para a água não cair na cabeça. Molhe o filhote do pescoço para baixo. Ponha um pouco de shampoo diluído em água na mão e passe no filhote, massageando o pêlo e removendo a sujeira. Não deixe agir, remova imediatamente, com o jato do chuveirinho, passando a mão para retirar qualquer resíduo do produto. Enxágüe MUITO bem. Não esqueça de enxaguar as patinhas que ficaram dentro da bacia, com água e sabão. Retire o filhote da água e, ainda dentro do banheiro, seque-o com uma tolha macia (pode ser toalha fralda), delicadamente. Enrole-o numa outra toalha seca, e leve-o para o quarto para terminar de secá-lo. Se necessário, use o secador de cabelo, em temperatura morna e jato não muito forte, nem direto sobre o pêlo. Segure o secador a pelo menos 40 cm de distância do filhote e passe a mão no pêlo enquanto seca. Cuidado com jato de ar nas orelhas. Evite demorar muito para secar, pois os filhotes têm medo do barulho e do vento do secador de cabelo. Não use perfumes, óleos, ou qualquer produto, mesmo de uso veterinário em filhotes, sem a indicação do Médico Veterinário. Após o banho, não deixe o filhote no chão, quintal ou canil, mesmo com a presença da mãe. Espere alguns minutos, pois ele sente frio. O ideal é colocar o filhote junto com a mãe na caminha ou casinha, com panos limpos e cobertores. Observe a reação da mãe até que ela comece a cuidar do filhote.     Não esqueça de seguir atentamente essas recomendações. Caso tenha alguma dúvida, pergunte ao Veterinário. Não deixe de consultar um Veterinário para obter orientações sobre os cuidados específicos para o seu animal.
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31 May 2008

Código de Ética Profissional do Médico Veterinário

CAPÍTULO I - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art. 1º Exercer a profissão com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade. Art. 2º Denunciar às autoridades competentes qualquer forma de agressão aos animais e ao seu ambiente. Art. 3º Empenhar-se para melhorar as condições de saúde animal e humana e os padrões de serviços médicos veterinários. Art. 4º No exercício profissional, usar procedimentos humanitários para evitar sofrimento e dor ao animal. Art. 5º Defender a dignidade profissional, quer seja por remuneração condigna, por respeito à legislação vigente ou por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético profissional da Medicina Veterinária em relação ao seu aprimoramento científico. CAPÍTULO II - DOS DEVERES PROFISSIONAIS Art. 6º São deveres do médico veterinário: I - aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício dos animais e do homem; II - exercer a profissão evitando qualquer forma de mercantilismo; III - combater o exercício ilegal da Medicina Veterinária denunciando toda violação às funções específicas que ela compreende, de acordo com o art. 5º da Lei nº 5517/68; IV - assegurar, quando investido em função de direção, as condições para o desempenho profissional do Médico Veterinário; V - relacionar-se com os demais profissionais, valorizando o respeito mútuo e a independência profissional de cada um, buscando sempre o bem-estar social da comunidade. VI - exercer somente atividades que estejam no âmbito de seu conhecimento profissional; VII - fornecer informações de interesse da saúde pública e de ordem econômica às autoridades competentes nos casos de enfermidades de notificação obrigatória; VIII - denunciar pesquisas, testes, práticas de ensino ou quaisquer outras realizadas com animais sem a observância dos preceitos éticos e dos procedimentos adequados; IX - não se utilizar de dados estatísticos falsos nem deturpar sua interpretação científica; X - informar a abrangência, limites e riscos de suas prescrições e ações profissionais; XI - manter-se regularizado com suas obrigações legais junto ao seu CRMV; XII - facilitar a participação dos profissionais da Medicina Veterinária nas atividades dos órgãos de classe; XIII - realizar a eutanásia nos casos devidamente justificados, observando princípios básicos de saúde pública, legislação de proteção aos animais e normas do CFMV; XIV - não se apropriar de bens, móvel ou imóvel, público ou privado de que tenha posse, em razão de cargo ou função, ou desviá-lo em proveito próprio ou de outrem. XV - comunicar ao conselho regional, com discrição e de forma fundamentada, qualquer fato de que tenha conhecimento, o qual possa caracterizar infração ao presente código e às demais normas e leis que regem o exercício da Medicina Veterinária. CAPÍTULO II - DOS DIREITOS DO MÉDICO VETERINÁRIO Art. 7º Exercer a Medicina Veterinária sem ser discriminado por questões de religião, raça, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, idade, condição social, opinião política ou de qualquer outra natureza. Art. 8º Apontar falhas nos regulamentos, procedimentos e normas das instituições em que trabalhe, comunicando o fato aos órgãos competentes, e ao CRMV de sua jurisdição. Art. 9º Receber desagravo público, quando solicitar ao CRMV, se ofendido no exercício de sua profissão. Art. 10. Prescrever, tratamento que considere mais indicado, bem como utilizar os recursos humanos e materiais que julgar necessários ao desempenho de suas atividades. Art. 11. Escolher livremente seus clientes ou pacientes, com exceção dos seguintes casos: I - quando não houver outro médico veterinário na localidade onde exerça sua atividade; II - quando outro colega requisitar espontaneamente sua colaboração; III - nos casos de extrema urgência ou de perigo imediato para a vida do animal ou do homem. Art. 12. No caso de haver cumprido fielmente suas obrigações com pontualidade e dedicação e não houver recebido do cliente um tratamento correspondente ao seu desempenho, o médico veterinário poderá retirar sua assistência voluntariamente, observando o disposto no art. 11 deste código. CAPÍTULO IV - DO COMPORTAMENTO PROFISSIONAL Art. 13. É vedado ao médico veterinário: I - prescrever medicamentos sem registro no órgão competente, salvo quando se tratar de manipulação; II - afastar-se de suas atividades profissionais sem deixar outro colega para substituí-lo em atividades essenciais e/ou exclusivas que exijam a presença do médico veterinário, as quais causem riscos diretos ou indiretos à saúde animal ou humana; III - receitar, ou atestar de forma ilegível ou assinar sem preenchimento prévio receituário, laudos, atestados, certificados, guias de trânsito e outros; IV - deixar de comunicar aos seus auxiliares as condições de trabalho que possam colocar em risco sua saúde ou sua integridade física, bem como deixar de esclarecer os procedimentos adequados para evitar tais riscos; V - praticar no exercício da profissão, ou em nome dela, atos que a lei defina como crime ou contravenção; VI - quando integrante de banca examinadora, usar de má-fé ou concordar em praticar qualquer ato que possa resultar em prejuízo dos candidatos; VII - fornecer a leigo informações, métodos ou meios, instrumentos ou técnicas privativas de sua competência profissional; VIII - divulgar informações sobre assuntos profissionais de forma sensacionalista, promocional, de conteúdo inverídico, ou sem comprovação científica; IX - deixar de elaborar prontuário e relatório médico veterinário para casos individuais e de rebanho, respectivamente; X - permitir que seu nome conste no quadro de pessoal de hospital, clínica, unidade sanitária, ambulatório, escola, curso, empresa ou estabelecimento congênere sem nele exercer função profissional; XI - deixar de fornecer ao cliente, quando solicitado, laudo médico veterinário, relatório, prontuário, atestado, certificado, bem como deixar de dar explicações necessárias à sua compreensão; XII - praticar qualquer ato que possa influenciar desfavoravelmente sobre a vontade do cliente e que venha a contribuir para o desprestígio da profissão; XIII - receber ou pagar remuneração, comissão ou corretagem visando angariar clientes; XIV - usar título que não possua ou que lhe seja conferido por instituição não reconhecida oficialmente ou anunciar especialidade para a qual não esteja habilitado; XV - receitar sem prévio exame clínico do paciente; XVI - alterar prescrição ou tratamento determinado por outro médico veterinário, salvo em situação de indispensável conveniência para o paciente, devendo comunicar imediatamente o fato ao médico veterinário desse paciente; XVII - deixar de encaminhar de volta ao médico veterinário o paciente que lhe for enviado para procedimento especializado, e/ou não fornecer as devidas informações sobre o ocorrido no período em que se responsabilizou pelo mesmo; XVIII - deixar de informar ao médico veterinário que o substitui nos casos de gravidade manifesta, o quadro clínico dos pacientes sob sua responsabilidade; XIX - atender, clínica e/ou cirurgicamente, ou receitar, em estabelecimento comercial; XX - prescrever ou executar qualquer ato que tenha a finalidade de favorecer transações desonestas ou fraudulentas; XXI - praticar ou permitir que se pratiquem atos de crueldade para com os animais nas atividades de produção, de pesquisa, esportivas, culturais, artísticas, ou de qualquer outra natureza; XXII - realizar experiências com novos tratamentos clínicos ou cirúrgicos em paciente incurável ou terminal sem que haja esperança razoável de utilidade para o mesmo, impondo-lhe sofrimento adicionais, exceto nos casos em que o projeto de pesquisa tenha sido submetido e aprovado por Comitê de Ética; XXIII - Prescrever ou administrar aos animais: a) drogas que sejam proibidas por lei; b) drogas que possam causar danos à saúde animal ou humana; c) drogas que tenham o objetivo de aumentar ou de diminuir a capacidade física dos animais. XXIV - desviar para clínica particular cliente que tenha sido atendido em função assistencial ou em caráter gratuito; XXV - opinar, sem solicitação das partes interessadas, a respeito de animal que esteja sendo comercializado; XXVI - criticar trabalhos profissionais ou serviços de colegas; XXVII - fornecer atestados ou laudos de qualidade de medicamentos, alimentos e de outros produtos, sem comprovação científica; XXVIII - permitir a interferência de pessoas leigas em seus trabalhos e julgamentos profissionais. CAPÍTULO V - DA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL Art. 14. O médico veterinário será responsabilizado pelos atos que, no exercício da profissão, praticar com dolo ou culpa, respondendo civil e penalmente pelas infrações éticas e ações que venham a causar dano ao paciente ou ao cliente e, principalmente: I - praticar atos profissionais que caracterizem a imperícia, a imprudência ou a negligência; II - delegar a outros, sem o devido acompanhamento, atos ou atribuições privativas da profissão de Médico Veterinário; III - atribuir seus erros a terceiros e a circunstâncias ocasionais que possam ser evitadas; IV - deixar de esclarecer ao cliente sobre as conseqüências sócio-econômicas, ambientais e de saúde pública provenientes das enfermidades de seus pacientes; V - deixar de cumprir, sem justificativa, as normas emanadas dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária e de atender às suas requisições administrativas e intimações dentro do prazo determinado; VI - praticar qualquer ato profissional sem consentimento formal do cliente, salvo em caso de iminente risco de morte ou de incapacidade permanente do paciente; VII - praticar qualquer ato que evidencie inépcia profissional, levando ao erro médico veterinário; VIII - isentar-se de responsabilidade por falta cometida em suas atividades profissionais, independente de ter sido praticada individualmente ou em equipe, mesmo que solicitado pelo cliente. CAPÍTULO VI - DA RELAÇÃO COM OS COLEGAS Art. 15. É vedado ao médico veterinário: I - aceitar emprego deixado por colega que tenha sido exonerado por defender a ética profissional; II - a conivência com o erro ou qualquer conduta antiética em razão da consideração, solidariedade, apreço, parentesco ou amizade; III - utilizar posição hierárquica superior para impedir que seus subordinados atuem dentro dos princípios éticos; IV - participar de banca examinadora estando impedido de fazê-lo; V - negar sem justificativa sua colaboração profissional a colega que dela necessite; VI - atrair para si, por qualquer modo, cliente de outro colega, ou praticar quaisquer atos de concorrência desleal; VII - agir de má fé no pleito de um emprego ou pleitear par si emprego, cargo ou função que esteja sendo exercido por outro colega; VIII - fazer comentários desabonadores e/ou desnecessários sobre a conduta profissional ou pessoal de colega ou de outro profissional. CAPÍTULO VII - DO SIGILO PROFISSIONAL Art. 16. Tomando por objetivo a preservação do sigilo profissional o médico veterinário não poderá: I - fazer referências a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou suas fotografias em anúncios profissionais ou na divulgação, de assuntos profissionais em programas de rádio, televisão, cinema, na Internet, em artigos, entrevistas, ou reportagens em jornais revistas e outras publicações leigas, ou em quaisquer outros meios de comunicação existentes e que venham a existir, sem autorização expressa do cliente; II - prestar a empresas ou seguradoras qualquer informação técnica sobre paciente ou cliente sem expressa autorização do responsável legal, exceto nos casos de ato praticado com dolo ou má fé por uma das partes ou quando houver risco à saúde pública, ao meio ambiente ou por força judicial; III - permitir o uso do cadastro de seus clientes sem autorização dos mesmos; IV - facilitar o manuseio e conhecimento dos prontuários, relatórios e demais documentos sujeitos ao segredo profissional; V - revelar fatos que prejudiquem pessoas ou entidades sempre que o conhecimento dos mesmos advenha do exercício de sua profissão, ressalvados aqueles que interessam ao bem comum, à saúde pública, ao meio ambiente ou que decorram de determinação judicial. CAPÍTULO VIII - DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Art. 17. Os honorários profissionais devem ser fixados, atendidos os seguintes requisitos: I - o trabalho e o tempo necessários para realizar o procedimento; II - a complexidade da atuação profissional; III - o local da prestação dos serviços; IV - a qualificação e o renome do profissional que o executa; V - a condição sócio econômica do cliente. Art. 18. Constitui falta de ética a contratação de serviços profissionais de colegas, sem observar os honorários referenciais. Art. 19. O médico veterinário deve acordar previamente com o cliente o custo provável dos procedimentos propostos e, se possível, por escrito. Art. 20. O médico veterinário não pode oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza. Art. 21. Ao médico veterinário não é permitida a prestação de serviços gratuitos ou por preços abaixo dos usualmente praticados, exceto em caso de pesquisa, ensino ou de utilidade pública. Parágrafo único. Casos excepcionais ao caput deste artigo deverão ser comunicados ao CRMV da jurisdição competente. Art. 22. É vedado ao médico veterinário permitir que seus serviços sejam divulgados como gratuitos. Art. 23. É vedado ao médico veterinário, quando em função de direção, chefia ou outro, reduzir ou reter remuneração devida a outro médico veterinário. Parágrafo único. É vedada também a utilização de descontos salariais ou de qualquer outra natureza, exceto quando autorizado. CAPÍTULO IX - DA RELAÇÃO COM O CIDADÃO CONSUMIDOR DE SEUS SERVIÇOS Art. 24. O médico veterinário deve: I - conhecer as normas que regulamentam a sua atividade; II - cumprir contratos acordados, questionando-se e revisando-os quando estes se tornarem lesivos a um dos interessados; III - oferecer produtos e serviços que indiquem o grau de nocividade ou periculosidade definido por instituições reconhecidas publicamente, evitando assim dano à saúde animal e humana, ao meio ambiente e à segurança do cidadão; IV - prestar seus serviços sem condicioná-los ao fornecimento de produtos ou serviço, exceto quando estritamente necessário para que a ação se complete; V - agir sem se beneficiar da fraqueza, ignorância, saúde, idade ou condição social do consumidor para impor-lhe produto ou diferenciar a qualidade de serviços. CAPÍTULO X - DAS RELAÇÕES COM O ANIMAL E O MEIO AMBIENTE Art. 25. O médico veterinário deve: I - conhecer a legislação de proteção aos animais, de preservação dos recursos naturais e do desenvolvimento sustentável, da biodiversidade e da melhoria da qualidade de vida; II - respeitar as necessidades fisiológicas, etológicas e ecológicas dos animais, não atentando contra suas funções vitais e impedindo que outros o façam; III - evitar agressão ao ambiente por meio de resíduos resultantes da exploração e da indústria animal que possam colocar em risco a saúde do animal e do homem; IV - usar os animais em práticas de ensino e experimentação científica, somente em casos justificáveis, que possam resultar em benefício da qualidade do ensino, da vida do animal e do homem , e apenas quando não houver alternativas cientificamente validadas. CAPÍTULO XI - DA RESPONSABILIDADE TÉCNICA Art. 26. São deveres do Responsável Técnico (RT): I - comparecer e responder às convocações oficiais dos órgãos públicos fiscalizadores de atuação da empresa na qual exerce as suas funções, bem como acatar as decisões oriundas dos mesmos; II - responder, integralmente e na data aprazada, os relatórios de RT solicitados pelo CRMV/CFMV; III - elaborar minucioso laudo informativo ao CRMV/CFMV em caráter sigiloso, toda vez que o estabelecimento se negar e/ou dificultar a ação da fiscalização oficial ou da sua atuação profissional, acarretando com isso possíveis danos à qualidade dos produtos e serviços prestados. Art. 27. É vedado ao médico veterinário que assuma RT exercê-la nos estabelecimentos de qualquer espécie, sujeitos à fiscalização e/ou inspeção de órgão público oficial, no qual exerça cargo, emprego ou função, com atribuições de fiscalização e/ou inspeção. CAPÍTULO XII - DAS RELAÇÕES COM A JUSTIÇA Art. 28. O médico veterinário na função de perito deve guardar segredo profissional, sendo-lhe vedado: I - deixar de atuar com absoluta isenção, quando designado para servir como perito ou auditor, assim como ultrapassar os limites das suas atribuições; II - ser perito de cliente, familiar ou de qualquer pessoa cujas relações influam em seu trabalho; III - intervir, quando em função de auditor ou perito, nos atos profissionais de outro médico veterinário, ou fazer qualquer apreciação em presença do interessado, devendo restringir suas observações ao relatório. CAPÍTULO XIII - DA PUBLICIDADE E DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS Art. 29. O médico veterinário não pode publicar em seu nome trabalho científico do qual não tenha participado, e tampouco atribuir a si autoria exclusiva de trabalho realizado por seus subordinados ou por outros profissionais, mesmo quando executados sob sua orientação. Art. 30. Não é lícito utilizar dados, informações ou opiniões ainda não publicadas sem fazer referência ao autor ou sem a sua autorização expressa. Art. 31. As discordâncias em relação às opiniões ou trabalhos não devem ter cunho pessoal, devendo a crítica ser dirigida apenas à matéria. Art. 32. Falta com a ética o médico veterinário que divulga, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido por órgão competente. Art. 33. Comete falta ética o médico veterinário que participar da divulgação, em qualquer veículo de comunicação de massa, de assuntos que afetem a dignidade da profissão. Art. 34. A propaganda pessoal, os receituários e a divulgação de serviços profissionais devem ser em termos elevados e discretos. Art. 35. As placas indicativas de estabelecimentos médicos veterinários, os anúncios e impressos devem conter dizeres compatíveis com os princípios éticos, não implicando jamais em autopromoção, restringindo-se a: I - nome do profissional, profissão e número de inscrição do CRMV; II - especialidades comprovadas; III - título de formação acadêmica mais relevante; IV - endereço, telefone, horário de trabalho, convênios e credenciamentos; V - serviços oferecidos. Art. 36. Não é permitida a divulgação, em veículos de comunicação de massa, de tabelas de honorários ou descontos que infrinjam os valores referenciais regionais. CAPÍTULO XIV - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Art. 37. A gravidade da infração será caracterizada através da análise dos fatos, das causas do dano e suas conseqüências. Art. 38. Para a graduação da penalidade e respectiva imposição consideram-se: I - a maior ou menor gravidade da infração; II - as circunstâncias agravantes e atenuantes da infração; III - o dano causado e suas conseqüências; IV - os antecedentes do infrator. Art. 39. Na aplicação de sanções disciplinares, serão consideradas agravantes as seguintes circunstâncias: I - a reincidência; II - a prática com dolo; III - o não comparecimento às solicitações ou intimações do CRMV/CFMV para esclarecimento ou instrução de processo ético-profissional; IV - qualquer forma de obstrução de processo; V - o falso testemunho ou perjúrio; VI - aproveitar-se da fragilidade do cliente; VII - cometer a infração com abuso de autoridade ou violação do dever inerente ao cargo ou função; VIII - imputar a terceiros de boa fé a culpa pelo ocorrido. § 1° Será considerado reincidente todo profissional que após o trânsito em julgado da penalidade imposta administrativamente cometer nova infração ética no período de 5 anos. § 2° A segunda reincidência e as subseqüentes, em qualquer das graduações previstas no art. 41, independentemente do(s) artigo(s) infringido(s), determinarão o enquadramento na graduação imediatamente superior, sem prejuízo da pena pecuniária prevista no art. 42 também deste código. § 3° Constitui exceção a graduação máxima para a qual será necessário que haja infração em pelo menos um artigo contido nessa classificação. Art. 40. Na aplicação das sanções disciplinares, serão consideradas atenuantes as seguintes circunstâncias: I - falta cometida na defesa de prerrogativa profissional; II - ausência de punição disciplinar anterior; III - a prestação de serviços à causa pública; IV - o exercício efetivo do mandato ou cargo em qualquer órgão de classe médico veterinário; V - títulos de honra ao mérito veterinário; VI - ter contribuído para a elucidação do fato imputado. CAPÍTULO XV - DA APLICAÇÃO DAS PENALIDADES Art. 41. O caráter das infrações éticas se classificará conforme a seguinte graduação: I - levíssimas; II - leves; III - sérias; IV - graves; V - gravíssimas. Art. 42. As sanções aplicadas às infrações classificadas no artigo anterior e seus incisos serão acompanhadas de multa no caso de reincidência, salvo quando for efetivamente aplicada a punição às transgressões gravíssimas. Art. 43. As infrações levíssimas compreendem o que está estabelecido nos incisos I, IV, V, X, XI, XII e XV do art. 6.º; incisos XI, XII, XXV do art. 13; incisos I e IV do art. 14; incisos I, II e V do art. 15; incisos I, III e IV do art. 16; art. 19; art. 20, art. 22; parágrafo único do art. 23; incisos I, II, IV e V do art. 24; incisos I, II e III do art. 25; inciso II do art. 28; art. 31; art. 34; art. 35 e art. 36. Art. 44. As infrações leves compreendem o que está estabelecido nos incisos I a XV do art. 6º; incisos I a XXVIII do art. 13; incisos I a VIII do art. 14; incisos I a VIII do art. 15; incisos I a V do art. 16; incisos I a V do art. 17; art. 18 a 23 e seu parágrafo único; incisos I a V do art. 24; incisos I a IV do art. 25; incisos I a III do art. 26; art. 27; incisos I a III do art. 28; art. 30 a 36. Art. 45. As infrações sérias compreendem o que está estabelecido nos incisos II a XIV do art. 6º; incisos I a XXVIII do art. 13; incisos I a VIII do art. 14; incisos I a VIII do art. 15; incisos I a V do art. 16; incisos I a V do art. 17; art. 18 a 22; art. 23 e seu parágrafo único; incisos I a V do art. 24; incisos I a IV do art. 25; incisos I a III do art. 26; art. 27; incisos I a III do art. 28; art. 29 a 34; incisos I a V do art. 35 e art. 36. Art. 46. As infrações graves compreendem o que está estabelecido nos incisos II, III, VI, VII, VIII, XI, XIII do art. 6º; incisos I a X do art. 13; incisos I a VIII do art. 14; incisos III e IV e VI a VIII do art. 15; incisos I, II, IV e V do art. 16; art. 18; art. 20; art. 21; art. 23 ; inciso III do art. 24; incisos II a IV do art. 25; incisos I a III do art. 26; art. 27; incisos I e III do art. 28; art. 29; art. 30; art. 32 e art. 33. Art. 47. As infrações gravíssimas compreendem o que está estabelecido nos incisos II e XIV do art. 6º; incisos X e XX do art. 13; incisos I, IV, VI e VII do art. 14 e art. 29. Art. 48. A classificação das infrações indicada no art. 41 mantém uma correspondência direta com a graduação das penas previstas no art. 33 da Lei nº 5517/68. CAPÍTULO XVI - DA OBSERVÂNCIA E APLICAÇÃO DO CÓDIGO Art. 49. Os infratores do presente Código serão julgados pelos CRMVs, que funcionarão como Tribunal de Honra, e as penalidades serão as capituladas no art. 33 da Lei n° 5517, de 23 de outubro de 1968, combinadas com art. 34 do Decreto n° 64.704, de 17 de junho de 1969 cabendo, em caso de imposição de qualquer penalidade, recursos ao CFMV, na forma do § 4° do artigo e decreto supracitados. Art. 50. As dúvidas, omissões, revisões e atualizações deste Código serão sanadas pelo CFMV. CAPÍTULO XVII - DA VIGÊNCIA Art. 51. O presente Código de Ética Profissional do Médico Veterinário, elaborado pelo CFMV, nos termos do art. 16, letra "j" da Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1969, entrará em vigor em todo o território nacional na data de sua publicação no DOU, cabendo aos CRMVs a sua mais ampla divulgação. Classificação Artigos LEVISSÍMAS Advertência Confidencial Art.6º. incisos I, IV, V, X, XI, XII e XV; Art. 13. incisos XI, XII, XXV; Art.14. incisos I e IV; Art.15 incisos I, II e V; Art.16. incisos I, III e IV; Art.19, Art. 20, Art. 22; Parágrafo único do Art. 23; Art. 24 incisos I, II, IV e V; Art. 25 incisos I, II e III; Art. 28 inciso II; Art. 31 e Art. 34 a 36. LEVES Censura Confidencial Art.6º incisos I a XV; Art. 13 incisos I a XXVIII; Art. 14 incisos I a VIII; Art. 15 incisos I a VIII; Art. 16 incisos I a V; Art. 17 incisos I a V; Art. 18 a 23; Parágrafo único do Art.23; Art. 24 incisos I a V; Art. 25 incisos I a IV; Art. 26 incisos I a III Art. 27; Art.28 incisos I a III; Art. 30 a 36. SÉRIAS Censura Pública Art.6º incisos II a XIV; Art. 13. incisos I a XXVIII; Art. 14 incisos I a VIII; Art. 15 incisos I a VIII; Art. 16 incisos I a V; Art. 17 incisos I a V; Art. 18 a 23; Parágrafo único do Art.23; Art.24 incisos I a V; Art.25 incisos I a IV; Art. 26 incisos I a III;Art. 27; Art.28 incisos I a III; Art. 29 a 34; Art. 35 incisos I a V; Art.36. GRAVES Suspensão do exercício profissional Art.6º incisos II, III, VI, VII, VIII, XI, XIII; Art. 13. incisos I a X; Art. 14 incisos I a VIII; Art. 15 incisos III, IV e VI a VIII; Art. 16 incisos I, II, IV e V; Art. 18; Art. 20; Art. 21; Art. 23; Art. 24 inciso III; Art. 25 incisos II a IV; Art. 26 incisos I a IIIArt. 27; Art. 28 incisos I e III; Art. 29; Art. 30; Art. 32; Art.33. GRAVÍSSIMAS Cassação do exercício profissional Art.6º incisos II e XIV; Art. 13. incisos X e XX; Art. 14 incisos I, IV, VI e VII; Art. 29.  
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26 Apr 2008

Quando iniciar o trabalho de adestramento

Um trabalho visando o controle dos comportamentos de um cão pode ser iniciado em qualquer idade. É claro que quanto mais cedo melhor para todos, mas existem inúmeros casos que poderiam ser solucionados e que infelizmente são considerados perdidos porque o cão tem uma determinada idade. Posso afirmar que não existe problema sem solução, independente da idade qualquer cão pode aprender. O ideal é não permitir que ele aprenda comportamentos errados ou indesejados para depois, com seis meses ou mais, começar a "consertar" tudo. Se as "regras da convivência" fossem pré-definidas não seriamos mais justos com o cão? Se o corrigíssemos desde o primeiro pulo na perna, da primeira mordida na mão, do primeiro xixi no lugar errado, da primeira vez que mexeu onde não devia, da primeira escapada pelo portão da rua, enfim, não seria mais fácil e rápido o aprendizado? Não seria essa a melhor maneira de demonstrarmos o respeito que temos por ele e exercermos a tal posse responsável? Infelizmente o que acontece na imensa maioria dos casos é que por falta de conhecimento ou negligência das pessoas que compram ou adotam um cão, comportamentos indesejados vão se fixando dia-a-dia. Um cão não sente falta do que não conhece e pode aprender desde os dois meses de idade o que consideramos certo ou errado dependendo da conseqüência de seus comportamentos, mas em condições normais, testa cada situação ou pessoa e se comporta conforme o limite imposto ou liberdade dada por cada um. É por isso que o cão pula numa pessoa e não na outra, entra na casa na presença de um e não na presença de outro, puxa uma pessoa durante o passeio e não puxa outra, escapa pelo portão da rua na presença de um e não na presença de outro, morde uma pessoa e não morde outra, entre tantas outras situações. Será possível que as pessoas vão continuar vendo mas não enxergando isso? Até quando vão acreditar que o cão é uma "máquina" que basta um adestrador de cães “programar" que vai funcionar perfeitamente com qualquer pessoa no comando? Cada um tem seu relacionamento com o cão e para que ele obedeça e respeite a todos é necessário acompanhar desde o começo o trabalho do adestrador pessoal para aprender como fazer. Um ambiente calmo facilita o aprendizado pois não havendo interferências o cão tende a prestar mais atenção na pessoa que está o ensinando, mas é importante ter seu controle em situações reais, principalmente no ambiente em que vive ou nos que mais freqüenta como ruas, praças, clubes e é claro, na clínica veterinária. Devemos praticar tudo o que ele sabe nas mais variadas situações possíveis mostrando que nada justifica o desrespeito pela hierarquia e quanto mais difícil for a situação em que dominarmos um cão mais confiança e tranqüilidade teremos.  
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26 Apr 2008

Porque adestrador pessoal?

A resposta é muito simples e lógica: Porque o respeito não se compra! Pra começar, a palavra adestrar é mal interpretada, seu significado é tornar hábil ou capaz, e para respeitar as pessoas, com certeza os cães não precisam disso. São as pessoas que convivem ou trabalham com eles que precisam dessa habilidade ou capacidade para poder impor uma liderança e ter controle sobre seus comportamentos, evitando assim preocupações, aborrecimentos, prejuízos e principalmente acidentes. Portanto, são as pessoas que precisam ser adestradas! O cão tem um relacionamento único com cada pessoa, animal, planta e até objeto do ambiente, reconhecendo muito bem o limite e a liberdade que cada um impõe ou dá a ele. Se um cão respeita mais uma pessoa que outra é porque há diferenças entre elas, e o cão, muito mais inteligente do que se imagina, percebe e age conforme a postura de cada um, exatamente como acontece com as crianças. Não é numa escola que um filho aprende a respeitar os pais, somente os próprios pais podem fazer por merecer o respeito de seu filho, ninguém pode fazer por eles! É exatamente assim que acontece com o cão e cada pessoa precisa fazer a sua parte. Tudo o que um cão aprende certo ou errado, é mérito ou falha de quem convive com ele e quando o adestrador pessoal começa seu trabalho, também está construindo um relacionamento com o cão, apresentando uma nova postura baseada em gestos e comandos acompanhados de estímulos positivos e negativos, fazendo com que o cão goste dele e ao mesmo tempo o respeite. Os resultados são imediatos e a partir do momento que o cão o obedece, consideramos que ele já aprendeu e pode ter o mesmo respeito com qualquer pessoa conhecida ou não, bastando que esta copie a postura do adestrador pessoal para que o cão a entenda, por isso é extremamente importante acompanhar o trabalho desde o começo. Tudo que um cão aprende é um condicionamento e requer uma manutenção que deve ser feita no dia-a-dia pelas pessoas que convivem com ele para continuar tendo seu controle.    
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03 Feb 2008

Cuidando de cães jovens

Extraido de http://www.pedigree.com.br/Cuidando-de-caes-jovens Cães jovens precisam de mais calorias do que seus parceiros adultos. Mas dar a eles o que precisam é fácil; apenas siga as instruções desta matéria. Se comparados a adultos, filhotes em crescimento precisam de mais calorias ou energia em proporção a seu tamanho. Uma fêmea também pode precisar de até quatro vezes mais calorias do que normal enquanto estiver amamentando, para que possa dar leite a seus filhotes em franco desenvolvimento. O veterinário pode receitar uma dieta especial que vá de encontro a estas altas necessidades energéticas. Animais em fase de crescimento precisam de uma dieta especial, que supra suas necessidades calóricas, de proteí­nas, e de minerais, para que desenvolvam músculos e ossos fortes. Nesta seção, veremos como alimentar e tomar conta de seus filhotes e fêmeas prenhes.  Cuidando de filhotes órfãos Se não conseguir encontrar uma mãe substituta para alimentar filhotes órfãos, precisará alimentá-los pelo menos até as 6 semanas de idade com leite adequado para filhotes. Certifique-se com o criador ou com o veterinário. Da mesma forma, se sua fêmea não conseguir produzir leite o suficiente, precisará dar leite adequado e alimentação suplementar para os filhotes. Filhotes com menos de uma semana de vida precisam ser alimentados 6 vezes ao dia, ou a cada 4 horas, dia e noite. Depois das 2 semanas de idade, você pode reduzir a alimentação para 4 refeições diárias ou a cada 6 horas. Você precisará usar uma seringa ou mamadeira para filhotes. Peça para o veterinário mostrar como fazê-lo. Quando eles tiverem 3 semanas de idade, eles podem lamber o leite em uma vasilha, e começarão a comer um pouco de alimento. Filhotes precisam ser mantidos aquecidos, mas não quentes demais. Você pode usar fontes de aquecimento como lâmpadas, bolsas de água quente enroladas em toalhas ou cobertores, ou aquecedores cobertos com cobertores. O local onde você coloca a fonte de calor é importante, pois filhotes com menos de 10 dias de idade terão pouca capacidade para se afastar de algo muito quente. Então, tenha certeza de que não está quente demais! Filhotes com menos de 3 semanas de idade precisam ser estimulados a urinar e defecar. Eles seriam lambidos pela mãe para ficar limpos; você pode simular o comportamento da fêmea passando algodão úmido e morno em seus traseiros.  Desmamando filhotes Durante as primeiras semanas de vida, filhotes precisam do leite da mãe, que é muito rico. Tem mais calorias, proteí­nas, gordura e cálcio do que o leite de vaca ou de cabra. Por volta de 3-4 semanas de idade, os filhotes podem comer alimento úmido em uma vasilha. Se a mãe não produzir leite suficiente, você deve dar aos filhotes uma dieta com leite especialmente formulado para ir de encontro às necessidades deles durante o desmame. Filhotes não precisam de vasilhas individuais, você pode alimentá-los em um ou dois pratos rasos. Competindo pela comida, eles podem ficar mais interessados em comer. Mesmo assim, tenha certeza de que eles comeram o suficiente. Filhotes jovens podem precisar de 4 a 5 refeições por dia. No iní­cio do desmame, o leite da mãe é ainda parte importante da dieta. Entretanto, entre 6 e 8 semanas, a maior parte dos filhotes pode ser completamente desmamado e já está pronto para deixar a mãe.  Depois do desmame Uma vez desmamado, seu filhote continuará a crescer rapidamente, e precisará ingerir de duas a três vezes mais calorias do que um cão adulto do mesmo peso. O perí­odo certo para mudar a freqüência e tamanho das refeições depende da raça do filhote. Raças pequenas alcançam o peso adulto entre 6 e 9 meses, enquanto raças muito grandes, como Dinamarqueses, não terão crescido completamente até que tenham entre 18 a 24 meses. Raças maiores têm duas fases distintas de crescimento e, depois de seis meses de idade, você deve dar alimento apropriado para este perí­odo importante de crescimento. O alimento deve ter mais calorias que o de cães adultos para suprir suas necessidades de crescimento, mas menos calorias que alimentos para filhotes, reduzindo o risco de problemas posteriores nas articulações e bacia. Se estiver alimentando seus filhotes com uma dieta especial, no rótulo da embalagem encontrará o quanto dar a filhotes de várias idades e tamanhos. Você pode sentir que está sendo malvado, mas tome cuidado para não alimentar seu filhote em excesso. Filhotes não devem ser gordos! Filhotes magros se tornarão adultos de tamanho normal. Filhotes gordos estão mais propensos a ter problemas de peso quando adultos, e mais tarde podem desenvolver problemas nas articulações e nas patas. As fezes do seu filhote devem ser bem formadas e firmes. Alimentos altamente digeríveis produzirão quantidades menores de fezes bem formadas. Alguns filhotes são muito sensí­veis a mudanças de dieta, então qualquer mudança deve ser feita gradualmente. Também é importante resistir ao impulso de dar restos de comida. Filhotes devem ser alimentados 4 vezes ao dia até os 4 meses de idade, 3 vezes ao dia até os 6 meses, e depois, 2 vezes ao dia. Isso é especialmente importante para raças de cães muito pequenos ou cães grandes. Filhotes devem sempre ter água limpa e fresca para beber. Conforme o filhote envelhecer, beber leite pode causar diarréia.  Cuidando de uma fêmea prenhe Caso a fêmea tenha uma dieta boa e balanceada, não necessitará de alimentação extra durante as primeiras cinco semanas apos a cruza. A maior parte do crescimento de filhotes em desenvolvimento ocorre durante as últimas 4 semanas de gravidez. Então, você deve começar a aumentar em 15% a alimentação da fêmea a cada semana, a partir da quinta semana. Quando a fêmea estiver para dar a luz, ele pode estar comendo 50% a mais da sua alimentação normal. Se perder o apetite durante os últimos 7 a 10 dias, estimule-a a comer. O veterinário pode prescrever uma dieta concentrada especial, que você deve ser dada em várias pequenas refeições. Pode ser difí­cil para a fêmea comer grandes refeições devido à pressão que os filhotes em seu estômago. Nos últimos dois dias antes de dar a luz, muitas fêmeas perdem o interesse pela comida. No dia anterior, pode ser que a temperatura caia um pouco, e ela pode começar a procurar um lugar para dar a luz. Uma boa idéia é dar uma caixa grande e confortável no iní­cio da gestação, para que ela se acostume e queira dar a luz dentro dela. Quando ela começar a alimentar os filhotes, as necessidade de energia (calorias) aumentarão muito. Durante a terceira ou quarta semana de lactação, pode ser que precise de até 4 vezes a quantidade normal de comida. Dê o alimento em várias refeições, e deixe o alimento disponí­vel o tempo todo; leve a vasilha até ela para que não tenha que deixar os filhotes. Lembre-se que é muito importante ela comer a quantia correta de um alimento de alta qualidade, para que possa alimentar seus filhotes em rápido crescimento. Se você está dando a ela uma dieta boa e balanceada, não deve dar suplementos minerais ou vitaminas. É importante também que ela tenha acesso a água fresca e limpa o tempo todo.  Alimentando cães em crescimento ou em reprodução Filhotes e fêmeas prenhes precisam de dietas balanceadas e com ní­veis de energia e nutrientes concentrados. Para suprir o aumento de necessidades, você deve escolher um alimento especialmente desenvolvido para o caso. Veterinários e nutricionistas desenvolveram estes alimentos para dar a seu animal de estimação uma fonte de nutrientes concentrada, completa, balanceada e altamente digerí­vel.
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01 Feb 2008

Aqui vão algumas dicas para manter seus bichos à salvo durante festividades

1.  Nunca deixe seu bicho sozinho fora de casa, mesmo que esteja preso por uma guia ou detrás de uma cerca baixa. Cães, especialmente, podem escapar e se perder ou machucar a si mesmos mastigando ou engasgando com as guias. Mantenha animais pequenos dentro de casa. 2.  Certifique-se de que quaisquer objetos afiados sejam removidos das proximidades. 3.  Ligue o rádio ou a TV e aumente aos poucos o volume de tal forma que se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos. 4.  Não leve os animais para shows de fogos. 5.  Não deixe seu bicho dentro do carro sozinho 6.  Mantenha o animal preso pela coleira ou na jaula de transporte caso ele tenha que sair. 7.  Proteja os animais de crianças que podem não entender que atirar bombinhas “inócuas” ou abanar faíscas perto dos animais pode aborrecê-los. 8.  Coloque uma plaqueta de identificação para que você possa se reunir com seu bichinho caso ele se perca. 9.  Aplique sedação em alguns cães se necessário. Fobia de barulho pode ficar pior à medida que o animal envelhece. Um veterinário pode aconselhar sobre dar um sedativo leve ou tranqüilizante para acalmar os medos de um cão ou gato extremamente estressado. 10.Junte todas as bombinhas que sobraram e objetos afiados quando as festividades acabarem. 11.Também não se esqueça de já pegar o telefone de emergência com o doutor para o caso de uma necessidade durante as festas, além é claro, da recomendação de uma clínica que atenda 24 horas. Só para se garantir!   Fonte: Tecnocientista
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28 Jan 2008

Vacinação de Cães

Por que não se recomenda a aplicação da vacina junto com vermífugos (antes ou depois)? Na realidade, essa informação não quer dizer que a vacinação dos cachorros que tenham recebido a vermifugação nesse período será prejudicada, mas sim que, cachorros recebendo vermífugo podem não estar nas melhores condições de saúde (caso contrário, não estariam recebendo vermífugos) e, por isso, esse pode não ser o melhor momento para a vacinação. Caso seja apenas uma vermifugação profilática (feita mesmo sem que o cachorro esteja sabidamente parasitado), não haverá nenhum problema. Quais são os cuidados habituais com fêmeas gestantes que as bulas indicam? Essa informação visa apenas alertar o clínico sobre o fato de que qualquer cachorro pode apresentar reação alérgica após contato com vacinas ou outros produtos, e que isso é uma resposta individual. Caso se trate de uma fêmea gestante, sugere-se que o veterinário tenha maior atenção, principalmente nas primeiras 72 horas após a vacinação. Isso não quer dizer que fêmeas gestantes sejam mais predispostas a desenvolver reação alérgica. O tratamento varia de acordo com a gravidade do quadro e opção do médico veterinário responsável. Não se recomenda a aplicação de vacinas vivas atenuadas em fêmeas gestantes. Como proceder com relação ao uso de vacinas inativadas e vivas modificadas em fêmeas gestantes? Com relação a fêmeas gestantes, não se recomenda o uso de vacinas vivas atenuadas. De outro modo, as vacinas inativadas podem ser utilizadas, devendo-se lembrar das recomendações discutidas na questão anterior. Se o cachorro já estiver recebendo doses de reforço com outras vacinas (de outro fabricante), ao mudar para vacinas Merial pets, pode-se apenas continuar com o reforço ou deverá reiniciar o esquema de primovacinação? Em se tratando das vacinas polivalentes, ou seja, contra várias doenças, não existe a necessidade de reiniciar o esquema de primovacinação. Fêmeas no cio podem ser vacinadas? Não há contra-indicações específicas da vacinação de fêmeas no cio. No entanto, deve-se lembrar que o cio e a cruza são potencialmente situações de estresse que podem interferir na resposta imunológica produzida pela cadela. Pode-se fracionar a dose de uma vacina? Não. A dose é preparada para ser administrada em volume único, ou seja, 1 dose por cachorro, qualquer que seja seu tamanho, peso ou raça. Deve-se lembrar que a vacinação deve ser considerada por cachorro, ou seja, um indivíduo completo. Existem estudos relacionados à aplicação da primeira dose de vacina antes dos 45 dias de vida? Este procedimento é recomendado? Algumas vacinas podem ser indicadas antes de 42 dias de vida, em geral aos 30 dias, mas apenas em casos especiais – geralmente os cachorros que vivem em áreas de alto desafio ou que não receberam o colostro da mãe. De todo modo, este procedimento pode ser realizado, desde que acompanhado por um Médico Veterinário. No caso da atual linha de vacinas Merial para cães, recomenda-se a vacinação dos cachorros a partir de 6 semanas de vida. Qual o intervalo mínimo entre as aplicações das vacinas e por quê? O intervalo mínimo recomendado entre as vacinações é de 15 dias. Isso se deve ao fato de que um intervalo menor de tempo pode interferir negativamente na resposta vacinal do cachorro (entre outras causas, pela produção do interferon após a vacinação com vírus vivos modificados e que dura por 12 a 14 dias). Qual o esquema ideal de vacinação? Não existe um esquema único ideal de vacinação. Cada profissional deve escolher o esquema mais adequado para seu paciente. De modo geral, recomenda-se que os cachorros recebam na primovacinação o mínimo de 3 doses de vacina, com intervalos de 2 a 4 semanas entre as vacinações, não devendo terminar o esquema primovacinal antes de completar 12 semanas de vida (3 meses). Por que as vacinas podem causar dor? Deve-se revacinar um cachorro que apresentou dor após a vacinação? E quanto àqueles que tiveram nódulos e formações locais? As reações de dor no local de aplicação das vacinas são consideradas normais, sendo esperadas em cerca de 2 a 3% dos casos. Em relação a vacinas acrescidas com adjuvante, pode haver reação inflamatória local e formação de nódulo que tende a desaparecer dentro de 1 a 2 semanas. Vale ressaltar que a formação de abscessos no local de aplicação das vacinas costuma estar relacionada à contaminação do tecido subcutâneo pela inoculação de bactérias da pele no momento da aplicação da vacina. Caso haja repetições desnecessárias de uma vacina, qual a implicação que isso poderia trazer ao cachorro? Em geral, nenhuma. A vacinação excessiva, em qualquer animal, pode apenas provocar uma resposta imunológica mais intensa e prolongada, geralmente desnecessária, uma vez que seguindo o esquema vacinal convencional preconizado, a resposta imunológica produzida costuma ser adequada e conferir proteção. Se meu cachorro for vacinado, ele pode contrair a doença? Sim. Nenhuma vacina é garantia de proteção. Apesar de ser a melhor forma de prevenir contra as doenças, tendo salvado pessoas e animais em todo mundo, a vacinação é apenas uma pequena parte do processo de imunização, ou seja, de proteção. Existem casos de animais que não respondem adequadamente às vacinas e, desse modo, não ficam protegidos das doenças. Isso pode ocorrer em casos de animais que estejam doentes (com parasitoses intestinais, estressados, etc), animais que estejam recebendo medicamentos que causem depressão do sistema imunológico (como cortisona, por exemplo) e, desta forma, não ocorrerá uma boa resposta imunológica à vacina. Existe ainda uma pequena porcentagem de animas que pode não responder adequadamente à vacina por características individuais (como em casos de endocruzamentos - cruzamento de animais parentes - como pais e filhos, por exemplo). Referência: http://br.merial.com/donos_caes/faq/vacinacao/faq_vacinacao.asp  
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09 Nov 2007

Por que os cães arfam??? Fisiologia e perigos.

Todos os animais tem que regular a sua temperatura. Os pecilotérmicos, ou seja, os que a regulam por meios externos, os chamados de "sangue frio", quando estão com hipotermia: falta de calor, se colocam ao sol para aquecerem-se. Se estão quentes demais escondem-se na sobra. Os Homeotérmicos, ou seja os de "sangue quente" quando então com frio se aninham, se protegem do vento, tremem para que o tremor muscular os esquente. Se estão com calor, ai precisam de alguma forma jogar fora o excesso de energia, perder temperatura, perder calor. Nós humanos, por exemplo suamos pela pele. Os Canídeos: cães e lobos, não suam pela pele, perdem calor pelo trato respiratório. Quando um cão está arfando, com a língua para fora, respirando rapidamente, não está com sede, mas sim suando, inspirando ar frio e expirando ar quente e úmido jogando fora o seu excesso de calor. Bem, nunca veremos um cão com marcas de suor nas axilas, mas será que esta técnica de perder calor é realmente eficaz??? Vamos pensar nos inconvenientes: Além de suar, os pulmões dos cães precisam trocar CO2 por O2, lógico, tem que respirar. Ocorre é que quanto mais rápido respira, mais transpira, mais troca calor, então o seu sistema de resfriamento funciona bastante bem. O problema é que respirando muito rápido as inspirações e expirações são curtas, insuficientes para a troca efetiva de O2 e CO2 . Sabemos que nesta situação o volume de ar trocado não é suficiente nem para preencher se quer um terço da traquéia do animal. Boas trocas gasosas são conseguidas com profundas respirações. Veja quanto tempo você consegue ficar arfando bem rápido, abra a boca e fique arfando como um cão. Ainda que esteja respirando, você notará certa tontura, falta de ar, hipóxia. Agora respire fundo, dez vezes, lentamente, você também notará uma outra tontura, é o excesso de ar, a hiperventilação. Existem profissionais que precisam trabalhar com o seu cão, fazer uma banho, uma tosa, ou até mesmo uma consulta veterinária, e alguns cães mordem. Para sua segurança, estes profissionais tem de amarrar a boca dos cães. O que acontece quando se amarra a boca do cão em um dia quente, e além disto o animal começa a se bater é que ele estará com reduzida capacidade de troca de temperatura e gases. Com isto se acumulará o excesso de calor e a faltará de O2. Começa a arfar, mas como a boca está amarrada, não consegue trocar ar, a temperatura de seu organismo sobe, aumenta a necessidade de perder calor, arfa ainda mais, não faz boas trocas gasosas e acaba entrando em colápso respiratório podendo até chegar a óbito por síncope cardíaca-respiratória. Evita-se isto amarrando a boca do animal aberta, ou seja, pega-se um cano de um terço a um quarto do comprimento do focinho: êmbolo de uma seringa sem fundo, um pedaço de cano de pvc, e coloca-se na boca do cão com a abertura no sentido da passagem de ar, e então podemos amarrar sua boca. Quando ele arfar o ar encontrará livre passagem, e sem que os dentes encontrem o dedo do tosador. Neste sentido a aplicação por médico veterinário e autorizada pelo proprietário de um ansiolítico, um calmante é recomendada aos mais agitados, pois evita este síndroma, aumenta a segurança do tratamento a ser feito. O quadro descrito: colapso respiratório do cão amordaçado é uma das principais causas de óbito em cães em casas de banho e tosa. Vale a pena lembrar que dentes sujoscom tártaro, periodontites, tem muita ligação com a principal causa de letalidade canina: DRC (Doença Renal Crônica), com endocardites, por isto, recomendamos a escovação dos dentes de cães e gatos, macacos e outros com pastas de uso veterinário ou com as de uso humano, tipo Ação Total ou Anti Tártaro Com Peróxido  
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09 Nov 2007

Xixi e Coco em lugar certo

Por que nossos animais de estimação fazem xixi e coco em lugar errado ao invés de onde queremos que façam??? A resposta para isto nos levará a sabermos como corrigir estes hábitos. Por que não sabem onde queremos que façam. Quando criançinhas nossos pais levam em média dois anos para nos ensinar onde devemos fazer xixi e coco, temos toda a atenção deles, mas não nossos pets. Estes gostaríamos que viessem já previamente programados para xixi e coco no lugar certo. Não é assim que funciona. Os animais não entendem a linguagem verbal, podem até acatar a alguns comandos, mas não tem entendimento da linguagem verbal. ( a não ser nas piadas de papagaio J ) Quando conversamos com nossos animais de estimação devemos sim "falar" em uma linguagem que eles entendam, e temos certa dificuldade para isto. Bater no animal quando encontramos excrementos em lugares errados é dizer para eles que não queremos o excremento ali, não que não deveria ter sido liberado em tal local... Existem muitos casos de animais que chegam a comer excrementos tentando retirá-los do local inadequado ... Não é o que queremos... Para isto propomos uma atuação em duas frentes: Dizer onde queremos que o "serviço" seja feito Para isto devemos embeber uma folha de jornal no xixi de nosso animal de estimação e colocar este jornal (com o xixi) onde queremos que façam suas necessidades. Podemos até colocar um exemplozinho de fezes no local. É o princípio do Pipi-Dog, só que ao natural ;-) Existem casos extremos que marcamos a área toda com jornal de forma que o animal não tenha a opção de fazer fora do jornal, depois vamos restringindo a área com jornal até chegarmos no local onde desejamos. Sempre que seu discípulo acertar a mira na área permitida lembre-se de reforçar muito, com carinho e afagos ;-) Dizer onde não o queremos. Para isto podemos sim utilizar um pouco de repressão, rosnar ao nosso amiguinho quando encontramos suas marcas em lugares proibidos. Repressão com moderação. J Também existem produtos repelentes que tem apresentado resultados excelentes. Temos utilizado na clínica e em casa, recomendado para clientes produtos a base de Metil Nonil Cetona: O Eduka é um produto lançado pela Cheida Vieites & Cia Ltda - (SAC 13- [telefone oculto]) assim como o similar Pet Away da AGX Vet Co - Sespo Ind. Com. Ltda. (SAC 12 - [telefone oculto]). Lave o local bombardeado com água e sabão, desinfete com cloro ( hopoclorito) e aplique o produto. Inicialmente exige 3 aplicações por dia, até a não mais ocorrência, mantendo de 12 X 12 horas durante no mínimo 90 dias. Funciona. Nossos resultados tem sido excelentes nestes meses todos tanto para uso em nossa clínica - POLIVET-Itapetininga Policlínica Cardilogia & Odontologia Veterinária quanto no Ninho dos Lobos Guara (http://www.polivet-itapetininga.vet.br) quanto para nossos clientes. Por que querem marcar o seu território Este é um princípio natural, principalmente nos machos. Neste sentido a castração pode sim ser de bom auxílio, mas animais velhos, já acostumados a marcar seus territórios raramente terão efeito realmente positivo quanto a este detalhe. Castrados eles serão mais longevos, terão menor propenção a câncer, infecções de próstata e derivados, mas o efeito de marcação de território pode até não ser significativo. Preconceitos que devemos evitar : Coco na casa do visinho L Alguns clientes têm comentado que soltam seus animais para defecar na rua. Ora. Isto é o mesmo que colocar coco na porta do vizinho. No mínimo é anti cristão - Amai ao próximo como a ti mesmo não permitindo que seu cão faça coco na porta do próximo. Pela lei de responsabilidade na guarda de animais somos responsáveis por tudo o que nosso animal fizer na rua, além de estarmos expondo-o a riscos de ser atacado, atropelado, ter contato com animais que poderão lhes transmitir doenças como a ciniomose e parvovirose, ou ainda do grupo DST - Doenças sexualmente transmissíveis- como é o caso do TVT - Tumor venéreo transmissível. Portanto, não solte seu animal- Campanha anti caca ;-))  
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09 Nov 2007

Podem os cães utilizar pastas de dente de uso humano ?

Dr. Canal, Ivo Hellmeister, MV CRMV-SP 3967 Formado pela Universidade de São Paulo/1983 POLIVET-Itapetininga SP Policlinica Cardiologia & Odontologia Veterinaria R. Dr. Esaú Correa de Almeida Moraes, 134 Tel: (15) 272-6992 / (15) [telefone oculto] Fax: [telefone oculto] / móvel: (15) [telefone oculto]   Podem os cães utilizar pastas de dente de uso humano ??? Na realidade, como os cães não cospem a pas- ta de dentes após a escovação, acabam engolindo boa parte do volume utilizado, ou quase todo. As pastas de uso humano apresentam os seguintes componentes básicos: Agentes: de Polimento: Sílica, Carbonato de Cálcio, Espumante: Lauril Sulfato de Sódio, Umectante: Sorbitol, glicerina, Espessante: Carboxemetil Celulose, Goma Xanthana, Agentes terapêuticos, Flúor, etc. Destes estaremos analisando os principais: **FLÚOR ** O flúor, além de excelente para prevenir cáries, está descrito na literatura como um agente de intoxicação aguda, podendo provocar sintomas de salivação acentuada, náuseas, dores abdominais, vômitos e diarréia. Em casos de intoxicação mais graves ocorrem astenia, espasmos de extremidades, queda de pressão arterial, fibrilação cardíaca, reflexos hiperativos, convulsões tônico clônicas e óbito por parada cardio-respiratória. Na pasta de dente é apresentado em concentrações entre 1000 e 1500 ppm, ou 1 a 1,5 miligramas de flúor por grama de pasta. Sabendo que a menor dose tóxica do flúor relatada é de 5 miligramas/quilo de peso vivo, no caso mais grave, um cãozinho de 1kg (um bem pequenininho) teria que comer na mesma hora cerca de 10 cm de pasta de dentes (5 gramas) para o início de um processo de intoxicação com o flúor ali contido, como o recomendado é até 0,5 cm de pasta na escova, para o caso mais grave, nosso cãozinho de um quilo, a relação entre dose eficaz e dose tóxica inicial é de 20 vezes. Esta dose ( 0,5 cm) se aproximará apenas da dose tóxica de um cãozinho de 200 gramas. Para cães maiores, esta taxa de segurança será cada vez maior. A dose letal calculada é de cerca de 15 gramas de pasta por quilo de peso corporal, cerca de três vezes a dose tóxica. **SABÃO** Lauril sulfato de sódio: este é o sabão normalmente encontrado na pasta de dentes. Basicamente é o mesmo sabão utilizado nos xampus de uso doméstico. O sabão é irritante da mucosa gástrica, isto significa dizer que se comermos muita pasta de dentes poderemos fazer uma irritação da mucosa com ânsia e emese. Este quadro normalmente se dá de forma aguda, mas vale a pena lembrar este detalhe: se o animal começar a apresentar problemas gástricos verificar qual o creme dental é utilizado, e quanto, no entanto, ressalvo aqui que em quatro anos atuando na odontologia veterinária ainda não encontrei o primeiro caso de gastrite química por pasta de dentes, dada a pequena quantidade recomendada. **AGENTES TERAPÊUTICOS** Alguns componentes adicionados aos creme dentais básicos conferem ações específicas: Bicarbonato de Sódio: Com a função de elevar o pH da boca, neutralizando o efeito dos ácidos produzidos a partir da fermentação dos açúcares ingeridos. Como os animais apresentam saliva mais alcalina que os humanos, seu uso em medicina veterinária é relevado a segundo plano. Tem também efeito de clareamento. Pirofosfato de Sódio: Responsável pelo efeito anti-tártaro, é um removedor químico das placas. Não somente evita a fixação como também remove cálculo. Gantrez: Um estabilizante, fornece ao produto um efeito de longa ação. Triclosan: antimicrobiano - Inibe placa, cálculo e cáries pela redução da flora bacteriana. Peróxido de Cálcio: Oxidante forte, do grupo da água oxigenada, é utilizado como auxiliar na limpeza e redutor da flora, apresentando efeito anti-tártaro. <<<CONCLUINDO>>> A conclusão de nossos estudos é que embora existam no mercado internacional pastas específicas para cães, podemos utilizar as de uso humano nas seguintes condições: A dose usual de pasta de dentes por escovação é algo em torno a 0,5 cm ou seja, de 0,5 a 1 grama. Escovas de dentes: se não as específicas para cães, podemos utilizar as de uso pediátrico humano. Cremes Infantis: Os cremes de uso pediátrico humano, de baixa abrasividade e sabor chicletes, não são os mais recomendados para uso veterinário. O processo que na criança leva 10 anos, o cão realiza em seis meses. Outro fato é que o sabor do creme dental não incentivará a criança escovar os dentes de seus animais de estimação. Líquidos de higiene bucal fluorados: Não são recomendados para cães. CREMES DENTAIS: VISÃO GERAL : Creme dentais básicos : Todos os creme dentais apresentam, por lei, uma taxa entre 1000 a 1500 ppm de flúor. Todos apresentam a mesmo efeito básico de limpeza e higienização oral.. Os denominados <<<De ação total ( Colgate Total, Sorriso Total. Kolynos Total, Signal Global)>>> São os que contém Triclosan, formam o grupo dos cremes dentais mais completos hoje existentes no mercado mundial. Evitam as placas, formação dos cálculos e halitose. <<<ANTI-TÁRTARO>>>: Peróxidos, Pirofosfato: Existem animais que apresentam uma produção exacerbada de cálculos dentários. Para estes, e após um sério tratamento periodontal, a escovação com este grupo de pastas é bastante recomendado. <<< ANTI-CÁRIE>>>> Com carbonatos, elevam o pH evitando a ação ácida sobre os dentes. Recomendado àqueles, embora todas as orientações, que recebem açúcares em sua dieta (bolos, balas, docinhos, chicletes, etc..). Lembramos que cães e gatos apresentam já a saliva mais alcalina que os humanos, e que cáries não são grandes problemas na medicina veterinária, motivo pelo qual esta classe de pastas de dentes são de importância secundária para os cães. Portanto, embora existam cremes dentais específico para cães, podemos utilizar também para esta espécie, os cremes dentais de uso humano, sendo os de <<<ação total>>> os mais recomendados. O mais importante é que no mínimo anualmente, na ocasião do reforço vacinal, um bom exame dentário seja feito, garantindo a saúde bucal; e a higidez de nossos pacientes. Dr. Canal, Ivo Hellmeister, MV Médico veterinário/USP/83   Quaisquer dúvidas ou informes consulte-nos. Nós lhe responderemos da melhor forma possível. [e-mail oculto]
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08 Nov 2007

Perdi meu Melhor Amigo. O que Fazer?

 Muitas pessoas não querem mais ter um animal de estimação depois que seu melhor amigo partiu. Elas entram num processo de luto muito severo que muitas vezes leva à depressão: são dias, semanas, meses de muita dor. É normal que você sinta intensamente a morte de seu melhor amigo e é natural que essa perda cause muito sofrimento. Afinal de contas, você ficou privado daquele ser que lhe dava amor, carinho e o acompanhava em todas horas, a todos os lugares. É muito difícil preencher um cotidiano que ainda está impregnado com a presença dele ou dela. Sem todas aquelas horas diárias dedicadas ao amigo, sua vida parece ter ficado vazia e ter perdido o significado. Muitos de nós já passaram por este período de luto e sabem muito bem a que eu estou me referindo. Alguns ainda se culpam por não ter feito mais, por não ter dado mais atenção ou ainda ter curtido mais seu amigo que se foi. Para amenizar nossa dor temos que ter em mente que ele teve uma vida boa e que teve todo cuidado e carinho que merecia e, diferente de outros animais, que são seres tão sofridos, ele foi feliz. Mas, existe uma maneira ainda muito eficaz de diminuir a dor desta perda e esta maneira é adotar um animal necessitado. No momento que você salva uma vida e começa a cuidar dela, a química de seu cérebro se modifica e a dor de sua perda é amenizada. A tristeza se mescla a um prazer indescritível de cuidar de um bichinho necessitado e esta, vocês podem acreditar, é a melhor maneira de aplacar sua dor. Você consegue preencher aquele vazio que seu amigo deixou e preencher de um modo saudável, você se sente útil novamente. A dor deixa de estar em primeiro plano e vem à tona um sentimento novo que une prazer e satisfação. Claro que você não estará substituindo seu amigo por outro, nem pense nisto. A idéia é que você, ao ajudar um ser necessitado esteja prestando uma homenagem, reverenciando o amigo que partiu. Pense que seu melhor amigo ficaria muito feliz em saber que você está dando a possibilidade de uma vida digna a um ser que não sobreviveria sem esta ajuda. Ele ficaria satisfeito de saber que seu amor gerou apenas coisas boas e sentimentos nobres, pois você estará se doando novamente e não se recolhendo de forma egoísta. Seu amigo sentirá orgulho de você. Maria Augusta Toledo
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07 Nov 2007

Castrar Animais é a Melhor Solução para acabar com o Abandono

Existem algumas maneiras de se lidar com o problema dos animais abandonados: Você pode ignorá-los. Pode também chamar a carrocinha e se livrar rapidamente deles. Nestes dois casos, você os estará condenando à morte prematura e lhes tirando toda chance de serem felizes e de fazer alguém feliz. Ou pior ainda, os animais serão encaminhados para pesquisas, onde serão torturados lentamente e sem compaixão até a morte. A outra possibilidade, a castração, deveria ser patrocinada pelo poder público que, infelizmente, não honra seu voto e nem seus impostos. Você, por outro lado, pode dedicar aos animais um pouco de seu tempo e encaminhá-los para uma vida digna. A castração é a única saída para evitarmos a proliferação dos animais abandonados. A castração é a única possibilidade viável de acabarmos com as mortes desnecessárias. O desrespeito das pessoas e do poder público para com os animais só será amenizado quando a quantidade de animais de rua diminuir de forma drástica. Hoje tornou-se natural nosso contato diário com a miséria e o abandono. Quando a miséria e a dor deixam de chocar as pessoas, pois o fato se tornou banal, só a diminuição do problema pode surtir algum efeito: quando as pessoas deixarem de ver animais morrendo pelas ruas o tempo todo, irão se chocar com casos esporádicos. E isto só poderá ocorrer se os animais forem castrados e pararem de procriar. Com o passar do tempo, os que permanecerem nas ruas irão morrer e não deixarão descendentes. Você sabia que uma cadela de rua pode gerar, em 10 anos a seguinte descendência: Projeção feita com cadelas com 2 crias por ano e 2 a 8 filhotes por cria: 1º ano – 12 2º ano – 66 3 ano – 382 4 ano – 2.201 5 ano – 12.680 6 ano – 73.041 6 ano – 420.715 8 ano – 2.423.316 9 ano – 13.968.290 10ano – 80.399.980 Temos que tentar fazer as pessoas compreenderem a necessidade de ter em casa somente animais castrados e de doar sempre animais castrados. Esta é a única saída para o problema do abandono e do excesso populacional. Para que a medida seja ainda mais eficaz, devemos também ensinar as vantagens da castração de um animal: ele ficará livre de várias doenças e terá uma vida muito mais longa e saudável. A castração previne contra câncer de mama e útero nas fêmeas, principal causa de morte em cadelas adultas e o câncer de próstata nos machos. Ela ainda impede fugas e atropelamentos de machos que fogem atrás de fêmeas no cio: 90% dos animais que se extraviam não são castrados. Você, que é cidadão consciente e não perdeu o respeito pela vida, poderá abrigar estes animais por breve período enquanto procura um lar para acolhê-los. Além do prazer que é cuidar de um animal, você também se sentirá gratificado por haver salvo uma vida. Com isto, você estará diminuindo o problema do abandono e do excesso de população de cães e gatos, proporcionado uma saída para animais sem nenhuma chance e contribuindo para a valorização da vida. Por isto não se omita, sempre que puder, castre um animal e salve uma vida. Maria Augusta Toledo
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06 Nov 2007

Serviços Funerários para Pequenos Animais

Nos todos os que temos o prazer de conviver com um animal de estimação sabemos que nossos dias estão preenchidos com o amor que compartimos com nossos fieis companheiros. Geralmente não consideramos que um dia esse amor compartido será interrompido, mas como a vida de todos esses seres queridos é mais curta que a nossa, inevitavelmente iremos nos defrontar com seu falecimento.  Por muitos anos tínhamos só uma opção mais o menos digna, “o enterro num quintal”, ela ainda existe porem agora existem outras opções que você precisa conhecer.   O “SEPULTAMENTO”   de animais de estimação é uma pratica antiga que se remonta aos Egípcios. O sepultamento domiciliar não é tolerado por algumas autoridades sanitárias e existe ainda a insegurança de que o local não seja perturbado no futuro, isto pode sempre ser garantido num CEMITÉRIO DE ANIMAIS.  Quando um animal é sepultado num cemitério ele é colocado num jazigo individual acondicionado em ataúdes apropriados que podem ser desde um ataúde de papelão corrugado ate aqueles semelhantes aos usados por seres humanos. O jazigo poderá levar uma lapide de bronze, mármore ou granito.   A “CREMAÇÃO”   é uma opção mais moderna, higiênica e ecologicamente correta de dispor dos restos de um animal de estimação; nela o corpo do animal é exposto a intenso calor e reduzido a cinzas minerais. Numa “CREMAÇÃO COMUNITÁRIA” vários animais são cremados em conjunto e as cinzas remanescentes estão misturadas e são posteriormente espalhadas em locais predeterminados. O tipo mais moderno de cremação e a “CREMAÇÃO INDIVIDUAL” onde cada animal é cremado isolado dos outros e as cinzas são devolvidas ao proprietário em urnas de diversos tipos e materiais como:  madeira, cerâmica, vidro, bronze, etc.   O principal objetivo de qualquer destas opções é dar dignidade para seu ser querido naquele momento de dor e tristeza. O encaminhamento apropriado dos restos do seu companheiro lhe dará a sensação de ter feito o melhor para ele. Tomando suas providencias com antecedência você poderá fazer o possível para que sua vida seja longa, saudável e feliz. SERFUPA lhe permite fazer o melhor oferecendo:   Recolhimento em domicilio ou clinica veterinária. Verificação de documentação. Acondicionamento em ataúde padrão ou diferenciado. Translado as instalações de SERFUPA. Permanência em câmaras frigoríficas. Translado ao cemitério ou crematório. Sepultura em jazigos individuais. Confecção de lapides. Fornecimento de urnas para cinzas. Emissão de certificado.  
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04 Nov 2007

Posse Responsável

Posse responsável de animais de estimação, você já ouviu falar nisso??? A posse responsável nada mais é que um conjunto de normas para que você ajude seu animal a viver bem. Sendo um proprietário responsável, seu animal estará protegido e viverá com você por mais tempo. Companheiro A primeira regra da posse responsável é lembrar-se ao adquirir um animal de estimação que ele será seu companheiro por 15 a 20 anos e que você deve dar a ele tudo que gostaria que dessem a você, ou seja, muito carinho, atenção, cuidado e respeito. Jamais abandoná-lo, nem que ele fique doente, que ele fique velho, que você mude para um lugar menor, ou que ele roa seus sapatos. Lembre-se o animal só quer sua atenção e para isso não mede esforços. Alimentação Além do carinho e atenção, um proprietário responsável deve se preocupar também com a alimentação do animal. Você deve dar sempre água fresca à vontade para seu Amigão. Essa água deve ser trocada 2 vezes por dia, para evitar depósito de larvas de insetos. A ração é o melhor tipo de comida a ser dado, pois já vem com os nutrientes equilibrados para que seu animal fique forte e saudável. Mas cuidado! Existem boas e más rações! Prefira sempre as rações “premium” ou “super premium”, nunca use rações de combate, porque embora mais baratas, elas não nutrem bem o animal e a maior parte dela acaba se transformando em fezes, ou seja, seu animal PRECISA comer mais para se alimentar (ele não come mais, simplesmente porque a ração é gostosa), acaba fazendo mais fezes e você gasta mais no final das contas. Higiene A higiene do animal e do local em que ele vive é fundamental para saúde dele e sua! Limpe o local todo dia. Recolha as fezes do animal pelo menos uma vez ao dia (isso vale também para você que passeia na rua com seu Amigo). Esta simples atitude evita o acúmulo de moscas e outros animais que trazem várias doenças para o seu animal e para você, além de eliminar os fortes odores das bactérias fecais. E não se esqueça dos banhos e tosas, principalmente para cães. Doenças Se o assunto é bactéria e doenças, vamos falar de outra regrinha básica para um proprietário responsável seguir... Trata-se da prevenção de doenças. Cães e gatos são muito sensíveis a doenças, mas para evitar isso existem formas de prevenção, (além da alimentação adequada e da higiene) - são as VACINAS. Os cães devem ser vacinados contra cinomose, parvovirose, leptospirose entre outras, com a vacina V8 ou V10 quando fizerem 2 meses e, novamente, aos 3 e 4 meses, sendo depois disso revacinados todos os anos. Já os gatos devem receber a vacina contra 3 tipos de doenças, é a chamada V3 e deve ser aplicada aos 2, 3 e 4 meses de idade, ou seja, 3 vezes e depois reforçada todos os anos. O mesmo vale para a vacina contra a raiva, que deve ser dada entre os 5 e 6 meses de idade e depois ser novamente aplicada todos os anos, tanto em cães como em gatos. Essas vacinas são fundamentais para a sobrevivência do seu animal e enquanto seus filhotes não estiverem totalmente vacinados, evite levá-los para passeios, pois ainda existe o risco deles pegarem essas doenças. Mas além dessas doenças que podem ser evitadas com as vacinas, existem doenças e acidentes que podem prejudicar e até matar seus amiguinhos. Como reconhecer se seu animal está doente??? O animal não fala, certo??? Errado! O animal se comunica e cabe a nós estarmos atentos para entender os sinais que eles nos dão. Diarréia, vômito, falta de apetite (falta vontade de comer mesmo...), falta de fezes ou urina são sinais que podem ocorrer isoladamente e nos mostram que há algo errado com nosso Amigo. Tome cuidado também com as pulgas e carrapatos, eles passam doenças que podem matar seu Amigão. O que fazer então??? O proprietário responsável levará esse animal ao Veterinário, só ele poderá verificar se seu Amigo está com problemas ou não. Atualmente várias universidades e ONGs possuem veterinários que cuidam dos animais a preço de custo. Além disso, há bons veterinários que podem ajudar você com seu animal. Assim, se você perceber que seu animal está diferente, não invente, leve-o ao veterinário! Castração. Todo o proprietário responsável deve castrar seu animal, seja ele macho ou fêmea, de raça ou não. Por quê? Vocês sabiam que cada casal de animal gera no fim de 6 anos 67.000 descendentes!!! É ... 67 MIL descendentes. A maioria desses “casais” tem dono, mas deram aquela “puladinha de cerca”. Não contribua com o abandono, castre seus animais. O animal castrado vive mais tempo, pois corre menor risco de desenvolver infecções e câncer no aparelho genital. Eles ficam mais mansos e os machos param de querer fugir sempre que tem uma fêmea no cio. A cirurgia é muito simples e atualmente possui riscos mínimos. O animal não engorda, não modifica seu temperamento, apenas perde aquela ansiedade na época de cio. Quanto antes você castrar seu animal, melhor pra ele e pra você. A cirurgia fica mais barata e o animal se recupera muito mais rápido. O pós-operatório de uma castração é simples e em 2 a 3 dias seu animal já está ótimo. Só é preciso cuidar para que ele não mexa nos pontos. Agora que você já sabe o que é Posse Responsável conte aos seus outros amigos. Assim, com essas simples atitudes, você pode salvar muitas vidas.   Regras Básicas: Alimentação - 2 a 3 vezes ao dia. Uma ração de boa qualidade Água - Trocar 2 vezes ao dia Higiene - Limpar as fezes e urina do animal Vacinas - Cães - V8 ou V10 aos 2, 3, 4 meses e repetir 1 vez ao ano Gatos - V3 aos 2, 3, 4 meses e repetir 1 vez ao ano Cães e Gatos- contra raiva aos 5 ou 6 meses e repetir 1 vez ao ano Observar o animal, a qualquer mudança de comportamento - levá-lo ao veterinário Castrar seu animal de estimação
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01 Nov 2007

Direito dos Animais

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida. 2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem. 3 - Nenhum animal deve ser maltratado. 4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat. 5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado. 6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor. 7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida. 8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais. 9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei. 10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais. Preâmbulo: Considerando que todo o animal possui direitos; Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza; Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo; Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros; Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante; Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais, Proclama-se o seguinte Artigo 1º  Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência. Artigo 2º  1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado. 2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais 3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.  Artigo 3º  1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.  Artigo 4º  1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir. 2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.  Artigo 5º  1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie. 2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.  Artigo 6º  1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.  2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.  Artigo 7º  Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso. Artigo 8º  1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.  Artigo 9º  Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor. Artigo 10º  1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.  2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.  Artigo 11º  Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida. Artigo 12º  1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. 2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.  Artigo 13º  1.O animal morto deve de ser tratado com respeito. 2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.  Artigo 14º  1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental. 2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
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01 Nov 2007

O PRIMEIRO FILHOTE A GENTE NUNCA ESQUECE

Mariana Saliola, The Dog's Times Quais as primeiras providências quando acabo de receber um filhote? A primeira coisa a fazer é levar o filhote ao seu veterinário de confiança. Se você não tiver um, peça ao criador uma indicação. Leve seu filhote junto com a carteira de vacinação – que deve ter sido entregue pelo criador e demais documentos para uma consulta. Peça que o veterinário indique qual a ração mais adequada ao seu cãozinho e, se for diferente daquela que ele estava comendo antes, faça a adaptação para a nova ração aos poucos. Procure perguntar ao veterinário TUDO o que você achar importante, mesmo que as perguntas ‘pareçam' bobas... lembre-se que ele é um profissional e é a melhor pessoa para orientá-la. Consulte o site as matérias anteriores disponíveis no Lab News e também a matéria sobre o Labrador do site Dog's Times. Aproveite para passar pela seção DICAS DE SAÚDE , onde você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre como manter a saúde do seu Labrador. Preciso de dicas para um nome para o meu filhote. Veja a matéria NOMES PARA CÃES , disponível no Dog's Times ou utilize nossa Seção LINKS onde, além de várias dicas de como escolher um bom nome para o seu cão, você vai achar links com sugestões de nomes. Quais são os acessórios que devo ter em casa? Dois comedouros (podem ser de plástico ou metal), sendo um para água e outro para a comida. Para raças maiores, procure adquirir comedouros ‘suspensos', que facilitam a alimentação do filhote. Caminhas e cobertores podem ser uma boa opção para o ‘enxoval' do seu cão, mas lembre-se que filhotes podem roer coisas rapidamente. Muitas vezes uma almofada e uma confortável caixa de papelão podem ser uma solução mais barata para os primeiros meses. Se você pretende que seu filhote tenha uma casinha, acostume-o desde cedo a utilizá-la. Lembre-se que os cães gostam de casinhas pequenas. Não adianta comprar uma ‘mansão' para um filhote pensando na economia. Eles preferem sentir-se como se estivessem numa toquinha. Uma coleira confortável que facilite sua vida na hora que você precisar pegar o cachorro. Os brinquedos devem ser adequados ao tamanho do cão e fabricados para animais. Cuidado com os brinquedos infantil com peças que possam ser engolidas pelos filhotes. Ossinhos de couro também podem ser úteis para entreter boquinhas nervosas, mas não devem ser dados em excesso porque eventualmente podem provocar indigestão. O filhote está dormindo demais... ele pode estar doente? Os filhotes, assim como os bebês humanos, dormem bastante MESMO. Eles alternam períodos curtos de relativa atividade com longos períodos de sono. Isso é normal. O que NÃO É normal são filhotes permanentemente apáticos. Neste caso, procure seu veterinário. Quando o filhote dorme ele treme muito... O que pode ser? Os cães, como os humanos, sonham... e durante os períodos de sonho podem mexer o corpo todo, como se estivessem correndo, rosnando, comendo... enfim... sonham MESMO. Outro motivo para o tremor, mais incomum, é frio. Certifique-se de que ele tenha um ‘dormitório' protegido do vento. Meu filhote está com diarréia. É normal? Talvez sim... talvez não... é muito comum, quando os filhotes chegam em suas novas casas, que o intestino fique ligeiramente desarranjado por causa do stress da mudança, apresentando consistência mais pastosa. No entanto, não é normal que as fezes sejam acompanhadas de sangue ou que seja quase líquido. Pelo sim, pelo não, o veterinário deve ser consultado a respeito já na primeira consulta. Tenho um filhote macho mas ainda não tem os dois testículos. Quando é que eles vão aparecer? Normalmente os testículos 'descem' para a bolsa com 3/4 meses. A melhor coisa a fazer é pedir ao seu veterinário que faça um exame detalhado no seu cão uma vez que caso ele não tenha os dois testículos corretamente posicionados, é possível fazer um tratamento para que eles fiquem no lugar correto. Neste caso é importante que o veterinário realizar um controle através da palpação ou até mesmo com auxílio de ultrassom, pois este testículo oculto poderá sofrer mudanças na sua formação podendo até se tornar um tumor. Quando posso sair para passear com meu filhote? Só é recomendável sair à rua com os filhotes após eles terem recebido TODAS as doses das vacinas. Isso porque só após a última dose é que ele estará realmente protegido. Veja mais detalhes sobre a vacinação na seção DICAS DE SAÚDE do site The Dog's Times. Além da ração, que tipo de comida/alimentos eu posso dar para o meu filhote? Os cães devem ser alimentados, basicamente, com ração industrializada, e adequada à fase de desenvolvimento do cão. Algumas marcas possuem formulações que, além da idade do filhote levam em conta seu tamanho quando adulto. Um dado muito importante a ressaltar, é que não se deve trocar com freqüência a marca da ração do filhote ou mesmo do cão adulto. Além de ser uma forma muito mais prática de alimento, as rações contém tudo o que seu cachorro precisa. As rações de ‘primeira linha' dispensam, inclusive, os fortificantes e comprimidos de cálcio. O que se pode dar, sem exageros, para os filhotes: petiscos próprios para cães, biscoitos caninos (tipo biscrock), frutas não cítricas, legumes. Tudo sem exagero para que o filhote não substitua a ração belas guloseimas. Veja o texto sobre Ração Balenceada X Ração Caseira Quanto eu posso dar banho no filhote? Banhos só são recomendados após ter sido completado o ciclo de vacinas. Caso o filhote esteja com cheiro forte, podem ser usados lenços umedecidos próprios para cães ou mesmo os de bebês. Para cães com pelo longo, escovações frequentes são bastante eficazes. Quais são as primeiras coisas que eu preciso ensinar ao meu cão? Você deve ensinar que quem MANDA é você. Não tenha receio de repreender seu filhote. Repreender não significa ser cruel ou maltratar o cachorrinho. Veja em nossa seção de links os sites sobre adestramento – Lord Cão e The Dog's Times . O filhote está chorando à noite. Eu já dei mil broncas, mas ele não para de chorar... O que eu faço? Lembre-se que, ao levar seu filhote para casa, você o separou da mãe, dos irmãos e dos ‘humanos' que ele conhecia. É natural, portanto, que ele se sinta ‘abandonado' durante a noite. O choro/uivo do filhote à noite, é a forma instintiva que ele tem de chamar sua família/matilha para aconchegá-lo. NO ENTANTO, se cada vez que ele chorar você aparecer, ainda que para dar uma bronca, você está ensinando ao bebê que chorando as coisas se resolvem e ele recebe o prêmio que queria: a sua presença. Portanto, a principal medida a tomar é ter paciência e não ceder aos choros/uivos do cão. Mas você pode também tentar se prevenir deste problema: – no dia em que você pegar o filhote, use uma camiseta bem velha que possa ser ‘doada' ao cão. Passe o dia com ela e, na hora de recolher o filhote, deixe a sua camiseta com ele. Como ele já começa a conhecer seu cheiro e a camiseta está impregnada de um odor que o filhote conhece, ele se sentirá mais seguro e assim a tendência é que ele não chore ou choramingue apenas por um breve período. – prefira alimentá-lo perto da hora de dormir e antes da comida, brinque bastante com ele, deixando-o cansando... – coloque brinquedos e distrações para ele na caminha, existem brinquedos de pelúcia que simulam outro cãozinho. Meu filhote não aprende a fazer suas necessidades no lugar. Como ensiná-lo? Os cães só adquirem controle pleno do cocô e do xixi com 3 ou 4 meses de idade. Alguns filhote podem demorar até 6 meses. Veja mais dicas sobre como fazer isso no texto do site The Dog's Times Clique aqui ver o texto completo sobre o assunto. Meu filhote adora morder tudo. Isso é agressividade? Segundo o padrão da raça, o labrador não é um cão agressivo. No entanto, todo filhote precisa aprender desde cedo quais são seus limites e isso precisa ficar muito claro. A primeira coisa que você deve ensinar ao seu labrador é o valor da palavra NÃO! Por isso, sempre que ele demonstrar qualquer comportamento que você não deseja que ele repita, precisa repreendê-lo. Como fazê-lo? Se ele começar a morder, interrompa-o, afaste-o de você e diga, seriamente NÃO! Faça isso quantas vezes for necessário e quando ele obedecê-lo, faça festa, agrade. Veja mais sobre como educar seu labrador nos sites Lord Cão e The Dog's Times . O filhote escava o jardim e come as plantas... o que eu faço para impedir que isso aconteça? Em primeiro lugar é preciso conseguir surpreendê-lo na hora ‘agá'... os cães não conseguem entender broncas dadas 10 minutos depois de uma bobagem...Uma boa dica é usar um repelente externo da Four Paws! Ele produz um cheiro super desagradável para os cães. Se a escavação for em vasos porosos, passe o repelente no vaso. Se for de algum material não poroso use o repelente interno. Passe só no vaso, tomando cuidado de não pulverizar a planta. O bom deste repelente é que produz um cheiro que não nos incomoda, mas incomoda muito os cães. Se a escavação for no jardim, você pode tentar uma receita meio ‘nojenta' mas eficaz: dilua o cocô do cachorro em água e espalhe essa água no lugar em que ele escavou. Normalmente eles não voltarão a escavar neste local. Meu filhote puxa as roupas do varal... como ensiná-lo a não fazer isso? A grande maioria dos cachorrinhos faz isso mesmo... para que ele perca essa mania, pegue um pano velho, que tenha um tamanho suficiente para que ela possa puxá-lo, e amarre nele uma linha. Na outra ponta da linha prenda latas vazias de refrigerante. Ponha o pano no varal, de forma que quando ela puxá-lo as latas cairão, fazendo um grande barulho. A idéia é que ela leve um susto, e pare de puxar suas roupas com medo "daquele barulhão". O filhote late sem parar quando está sozinho. Quando é que ele vai aprender a ficar só? Cães são animais sociais e não gostam mesmo de ficar sozinhos... Veja o texto ' Meu cachorro não fica só ' e aprenda quais os truques que você pode usar para acostumá-lo desde cedo a passar alguns períodos sozinho. Já tenho um cão adulto e adquiri um filhote. Como fazer para que o mais velho aceite o novo companheiro? Para que o cão mais velho aceite o novo companheiro, é fundamental que a hierarquia entre eles seja respeitada pelos donos. O mais importante neste caso é não tratar o filhote como um coitadinho a ser protegido. Isto tem uma boa razão: pelo fato do ‘cão da casa' ser mais velho ele tenderá a ser o líder da matilha, com direito a tratamento especial pelos donos. Convém lembrar que nas matilhas, uma das funções do líder é justamente a de educar os filhotes mais moços. O papel do dono/humano é respeitar e até mesmo reforçar esta hierarquia de várias maneiras: a) o cão líder (mais velho) deve ser comprimentado primeiro quando você chegar em casa; b) na hora da comida, forneça primeiro para o líder e só depois para o filhote; Para mais dicas, clique e veja a matéria ‘ Melhorando a convivência entre 2 cães ' Mariana Saliola, editora do site The Dog's Times  
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01 Nov 2007

Dez coisas que seu cão diria à você

1.Cuide de mim quando eu ficar velho, você também vai ficar. 2.Antes de me bater, lembre-se sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que nunca vou usá-los em você. 3.Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos,suas diversões. Eu só tenho você. 4.Antes de me censurar por estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte antes se não há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado. Ou pode ser meu coração, que está ficando velho e cansado. 5.Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga "prefiro não ver" ou "faz quando eu não estiver presente". 6.Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda suas palavras, compreendo muito bem seu tom de voz e sinto o que você está me dizendo. Isso ficará gravado em mim para sempre. 7.Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim. 8.Tenha confiança em mim. É fundamental para o meu bem-estar. 9.Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim. 10.Tudo é mais fácil para mim com você ao meu lado. Se você começar a analisar essas frases, a relação com seu cão vai ficar muito melhor. Aprenderás a ter paciência com seu amigo, muito mais fiel do que todos os amigos que você tem, e que depende exclusivamente de você.
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